Grey's Anatomy (Temporada 7)

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Grey's Anatomy (2005 – ?) é um dos mais bem-sucedidos dramas médicos da atualidade. Foi criada por Shonda Rhimes

Season 7

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With You I’m Born Again [7.1]

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[Meredith narrando]: Toda célula do corpo humano se regenera, em média, a cada sete anos. Como cobras, à nossa maneira, nós trocamos de pele. Biologicamente, somos pessoas completamente novas. Podemos parecer os mesmos, provavelmente parecemos. A mudança não é visível, pelo menos não na maioria de nós. Mas estamos completamente mudados. Para sempre.

Prisioneiro: [para Derek] Sua senhora parece irritada.
Meredith: De novo, Derek?

Cristina: Perkins não é burro. Ele consegue ver a loucura por baixo da superfície de Meredith Grey.
Meredith: De novo, Cristina, não é engraçado, porque você também não vai ser liberada e nós duas teremos que servir pipoca no cinema.
Cristina: Sério? Eu iria preferir dermatologia ao cinema.
Jackson: Já eu preferiria ginecologia a dermatologia.
Cristina: Claro que sim. Seu pervertido.
Lexie: Acho que iria pra psiquiatria. [todos se viram pra ela] Isso foi uma piada. [todos riem desconfortavelmente)
Jackson: Essa foi boa.

Alex: Você está gostosa. Os olhos loucos, o vestido apertado... está funcionando pra você. Se quer saber.
Lexie: Você se acha tão radical porque sobreviveu, mas isso só aconteceu por minha causa. E enquanto estava morrendo você ficou chorando pela esposa que o deixou. Portanto, isso é o oposto de radical. Se quer saber.

Cristina: Eu nunca lhe disse nenhuma besteira sobre seu post-it.
Meredith: Você está linda.
Cristina: Eu sei. Como está Owen? Ele está bem?
Meredith: Owen está perfeito. Ele é perfeito.
Cristina: Obrigada.

Derek: É ótimo estar de volta. Primeiramente, gostaria de agradecer ao Dr. Webber por assumir durante minha ausência. Hm, estou grato a todos pelo apoio durante minha recuperação, obrigado. É simplesmente... É muito bom estar volta como Chefe. Sou grato pela... Sinto muito, isso é uma mentira. É o que as pessoas dizem e a verdade é que eu odeio ser Chefe. Odeio. Chefe Webber... Chefe Webber é nosso chefe. E sinto muito, mas isso é gigante... Preciso olhar esse cordoma. Sinto muito, me demito.

Lexie: Eu li um livro. Sobre a história dos assassinatos em série nos EUA. Esse é o nome do que aconteceu conosco, foi um assassinato em série. Não dá pra chamar de ataque terrorista porque os assassinatos não foram de natureza política. E não fomos vitimas de um assassino em série porque o Sr. Clark teria que ter matado várias pessoas em um período maior do que 30 dias para se qualificar como assassino em serie. Nós- nós poderíamos chamar de matança, a qual é definida como assassinatos em duas localizações sem intervalos ou pausas entre eles, porque o Sr. Clark atirou naquele cara no seu carro antes de entrar aqui. Mas eu não tenho certeza se isso conta como um segundo local, já que era tão perto do hospital. O que quer dizer que estivemos em um assassinato em série. Porque aconteceu em um lugar, por uma pessoa e mais de quatro pessoas foram mortas.

Meredith: O que estamos escolhendo?
Cristina: A cor do vestido. Não vou usar branco, é sexista e vagamente racista. Sem branco, sem véu, sem arroz.
Meredith: Bom, o que sua mãe disse?
Cristina: Ah, sem mãe.

Perkins: Entendo que o dia do tiroteio foi um dia particularmente difícil pra você.
Miranda: No dia em que dei à luz ao meu filho, meu marido sofreu um acidente de carro e precisou de uma craniotomia e quase morreu na mesa do Derek Shepherd. Aquele foi um dia particularmente difícil, mas no fim daquele dia, meu filho tinha nascido e meu marido sobreviveu. Mas, no fim desse dia... hm... hm, esse dia foi o pior da minha vida.

Richard: Se sente bem sobre essa cirurgia?
Derek: Isso parece uma pergunta capciosa.
Richard: Olha, eu sei que Perkins o liberou para cirurgia e confio no seu julgamento. Mas ainda tenho pesadelos, e vou a duas reuniões do AA por dia. Ainda não me recuperei completamente e nem levei um tiro. É isso o que quero dizer quando pergunto se sente bem sobre essa cirurgia.
Derek: Eu sinto adrenalina. E, sim, a adrenalina é muito boa.

Teddy: Andrew e eu acabamos de ser pegos por Meredith Grey.
Arizona: Callie está me olhando dormir.
Teddy: O quê?
Arizona: Ela está me olhando dormir e ela só me olha dormir quando algo está acontecendo. E tenho medo que ela vá me pedir em casamento ou começar a falar sobre fazer bebês de novo, coisa para qual estou completamente aberta, de verdade. Só não agora. E eu posso sentir ela me olhando e é muito difícil manter meus olhos fechados, mas sei que se eu abri-los algo capcioso vai sair daqui boca linda e estourar a linda bolha rosa na qual estamos flutuando.
Teddy: Você precisa estourar a bolha.
Arizona: Só que eu não quero.
Teddy: Acredite em mim, eu vivi nessa bolha por anos. “Ah, não, Owen e eu somos só amigos, sério.” E finalmente não me arrependo de saber a verdade.
Arizona: Mas a minha bolha é tão rosa e bonita.
Teddy: Estoure a bolha!

Cristina: [olhando uma de suas revistas de noiva] As mulheres nessas revistas... Algumas delas são realmente noivas, sabia? Nem todas são modelos. Todas sorrindo. É como se a única coisa no mundo que importa é que elas achem o sapato perfeito que combine com o vestido. Deusa, eu conheci essas garotas, eu fiz faculdade com elas. É engraçado, eu costumava me sentir mal por elas. São garotas simples. Só querem achar o cara certo e se casarem, sabe? Viver. Eu não sei. Acho que ou você nasce simples ou você nasce... eu. Eu quero ser a pessoa que fica feliz por achar o vestido perfeito. Quero ser simples, porque ninguém aponta uma arma pra cabeça de uma garota simples.

Ben: Miranda, hm... eu estava jogando golfe. E não posso me desculpar por isso porque não fiz de propósito. Eu só... estava jogando golfe. Senti sua falta.
Miranda: Você é um bom homem. Você é bonito, gentil, inteligente e bom. Você é perfeito. Mas, hm... estou ocupada... me recolando com fitas e colas. E um pedaço de mim queria que você não estivesse jogando golfe, porque aí você estaria todo remendado também... E, talvez, estivesse onde eu estou. Você é demais pra mim agora... porque estou ocupada com as fitas e as colas.

[Meredith narrando]: Quando dizemos coisas como “as pessoas não mudam”, enlouquecemos os cientistas, porque a mudança é a única constante em toda a ciência. A energia e a matéria estão sempre mudando. Transformando. Fundindo. Crescendo. Morrendo. É como as pessoas tentam não mudar que não é natural. A forma como nós nos apegamos a como as coisas eram em vez de deixa-las serem como são. A forma como nos apegamos a velhas memorias em vez de formar novas. A forma como insistimos em acreditar, apesar de toda indicação cientifica, de que qualquer coisa nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como a sentimos é por nossa conta. Pode parecer como a morte ou como uma segunda chance. Se abrirmos nossos dedos, afrouxar os punhos e abraçá-la, ela pode parecer com pura adrenalina. Como se a qualquer momento possamos ter outra chance na vida. Como se a qualquer momento possamos nascer de novo.

Shock to the System [7.2]

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[Meredith narrando]: Dizem que um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar, mas isso é um mito. Isso acontece muito. Raios geralmente acertam da primeira vez. Quando você é atingido com 30 amperes de eletricidade, você sente. Isso pode fazer você esquecer quem você é, pode te queimar, cegar, parar seu coração e causar graves danos internos. Pode mudar sua vida para sempre.

Meredith: [com raiva] Vá se abraçar sozinho!

Meredith: Cristina. Cristina!
Cristina: Não posso ficar aqui. Não posso.
Meredith: Okay, então vamos embora, vamos sair daqui.
Cristina: Não posso... eu não consigo sentir nada.
Meredith: Eu sei, eu sei. Venha comigo.
Cristina: Não, não, não consigo. Não consigo mexer minhas pernas. Não consigo sentir nada.
Meredith: Hm, sinta minha mão, segure minha mão. Sentiu isso?
Cristina: Aham.
Meredith: Okay. Você está bem. Vamos sair quando estiver pronta, certo? Me diga quando estiver pronta. Okay?

Derek: Ei, soube da Cristina. Ela está bem?
Meredith: Não, ela não está bem. Ninguém está. Aquele idiota está liberando todo mundo pra cirurgia como se estivessem bem, mas eles não estão bem.
Derek: Pare, pare com isso. Preciso falar com você.
Meredith: Deixa pra lá, Derek. Foi só uma noite na cadeia, você dirige muito rápido, só deixa pra lá!
Derek: Não quero falar sobre isso, não se preocupe.
Meredith: [olhos marejados] Não me preocupar? Tudo o que faço é isso. O tempo todo! Eu passo cada minuto de cada dia preocupada se vou receber uma chamada dizendo que você empalou seu carro em um poste. Por isso que deixei você na cadeia. Pra que, só por um momento, eu soubesse que você não estava morrendo como estava morrendo naquela mesa. É nisso que penso toda vez que você tira o carro da garagem.
Derek: Estou bem aqui. Estou bem. Estamos bem.
Meredith: Eu estava grávida. Naquele dia, eu estava grávida e sofri um aborto.
Derek: Eu... Você não disse nada. Eu poderia ter ajudado.
Meredith: Se quer me ajudar, a sua direção é algo que você pode controlar. Apenas faça isso, só faça isso.

[Meredith narrando]: O raio quase nunca acerta duas vezes. É algo raro na vida. Mesmo que pareça que o choque está vindo de novo e de novo. Eventualmente, a dor vai embora, o choque vai passar. E você começará a se curar. A se recuperar de algo que nunca viu vindo. Mas, às vezes, as chances estão a seu favor. Se você estiver no lugar certo, na hora certa, pode tomar uma tremenda pancada. E ainda ter uma chance de sobreviver.

Superfreak [7.3]

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[Meredith narrando]: A maioria dos cirurgiões cresce sendo estranhos. Enquanto outras crianças estão brincando lá fora, nós nos trancamos nos nossos quartos, memorizando a tabela periódica, pairando por horas nos nossos microscópios de verdade, dissecando nossos primeiros sapos. Imagine nossa surpresa e alivio ao crescemos e descobrirmos que existem outros lá fora tão estranhos quanto nós. Os mesmos microscópios, os mesmos sapos mortos, a mesma urgência inexplicável de abrir os seres humanos.

Mark: [apresentando Amelia a Cristina e Meredith] Amy, Amelia, ela também é neurocirurgiã.
Cristina: Mais uma? Vocês Shepherds crescem feito praga.

Derek: Estávamos no fundo da loja. Papai tinha acabado de lhe dar duas moedas. E você sempre as escondia atrás do balcão em um espaço entre as tabuas do piso. Você dizia que estava economizando pra comprar uma cidade. E aí os dois caras entraram, podíamos ouvi-los falando, mas não prestamos atenção até que papai gritou. E você olhou pra cima. Eles já tinham puxado a arma, e já tinham pego o dinheiro... mas agora queriam o relógio que a mamãe deu a ele. Ele não queria dar. Houve um tiro, você se lançou pra frente...
Amelia: Eu lembro de tentar chegar até ele, mas... não conseguia me mexer.
Derek: Porque eu estava te segurando tão apertado que você não conseguia sair. Coloquei uma mão na sua boca pra você não gritar e com a outra, te abracei o mais apertado que consegui. Rezando pra que você ficasse quieta e não dissesse nada. Você era tão pequena. Acho que era só isso o que eu queria durante esse ano, que você permanecesse... pequena e quieta e segura. Mas você não é nenhuma dessas coisas. Você é barulhenta e destemida e aquilo me assustou pra caramba. Como eu deveria ligar pra você e dizer que eu tinha sido baleado? Não posso te falar sobre minha dor. Não quero que você saiba que a dor existe. [ele a abraça]

[Meredith narrando]: Ninguém escolhe ser esquisito. A maioria das pessoas nem sabe que são esquisitas até que é muito tarde para mudar. Mas não importa o quão estranho você seja, as chances são de que ainda haja alguém só pra você. A menos que você já tenha superado. Porque quando se trata de amor, até mesmo os esquisitos não podem esperar para sempre.

Can't Fight Biology [7.4]

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[Meredith narrando]: A biologia determina muito sobre como vivemos. Desde que nascemos sabemos como respirar e comer. À medida que envelhecemos, novos instintos aparecem. Marcamos território, procuramos por abrigo... e o mais importante de tudo: reproduzimos. Às vezes a biologia pode se tornar difícil. É, biologia é uma droga às vezes.

Meredith: Preciso que você tire meu sangue.
Cristina: Pra quê?
Meredith: Pra eu poder ser testada pra o gene de Alzheimer. Quer dizer, já está na hora de eu saber. Eu tenho um útero hostil. O que é um pouco de Alzheimer também?
Cristina: Está bem. Isso é bem maior do que passos de bebês.
Meredith: Apenas faça antes que eu mude de idea.
Cristina: Okay.

Arizona: Mark olha pros meus peitos quando conversamos. Ele começa no meu rosto, mas depois em algum lugar da conversa, ele fica distraído e acaba nos meus peitos. Eu amo os caras – amo. Mas passei minha vida toda tentando evitar os caras encaradores de peitos. A biologia até me ajudou ao me fazer lésbica. Mas, agora, o melhor amigo da minha namorada é esse cara. E eu não acho que preciso me desculpar pelo fato de que a única pessoa que quero que olhe pros meus peitos seja você.
Callie: Peitos... sério, está fazendo tudo isso por causa de peitos?
Arizona: Ele encara eles.
Callie: Porque são peitos bonitos!

Derek: Eu amo você e você me ama. E o que quer que aconteça, eu não quero saber. É sério. Eu não quero saber.
Meredith: O laboratório já tem meu sangue, então...
Derek: É isso o que vamos fazer: sem mais médicos, sem mais laboratórios. Você e eu faremos muito sexo. Talvez façamos um bebê, talvez não. Talvez você tenha Alzheimer, talvez não. Danem-se as probabilidades, dane-se a ciência. Vamos apenas viver. O que quer que aconteça, aconteceu. Eu e você. Okay?
Meredith: Okay.
Derek: Okay.

[Meredith narrando]: A biologia nos diz quem somos desde o nascimento. Que nosso DNA está todo pronto. Imutável. Mas nosso DNA não diz tudo sobre nós. A vida nos muda. Desenvolvemos novas habilidades. Nos tornamos menos territoriais. Aprendemos com nossos erros. Encaramos nossos maiores medos. Pro melhor ou pro pior. Achamos formas de mudar a biologia. O risco, é claro, é podemos mudar muito a ponto de não reconhecermos a nós mesmos. Achar o caminho de volta pode ser difícil. Não há compaixão, não há mapa. Apenas temos que fechar nossos olhos, dar um passo e torcer para chegarmos lá.

Almost Grown [7.5]

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[Meredith narrando]: Eles treinam os médicos lentamente. Eles nos veem praticar em sapos, e porcos, e pessoas mortas, e depois em pessoas vivas. Eles nos fritam sem piedade. Nos criam como crianças. E, eventualmente, pegam uma bota dura e fria e nos chutam para fora do ninho.

Owen: Gosto do uniforme escuro em você. Você fica bonita. Está bem?
Cristina: Meu paciente merece um médico.
Owen: Você não precisa cortar, ninguém pediu a você...
Cristina: Eu sei o que foi pedido a mim e estou fazendo.

Lexie: Você acabou de estancar o sangramento?
Meredith: Aham.
Lexie: Como sabia fazer isso?
Derek: Okay. Desculpem o atraso.
Meredith: Tudo bem. Lexie fez uma boa escolhe. Eu tenho tudo sob controle.
Derek: O que temos?
Meredith: Deixa eu terminar, Derek. Eu consigo.
Derek: Sim, você consegue.

Derek: Vou achar a cura do Alzheimer.
Webber: A cura pro Alzheimer... Com $1 milhão?
Derek: Com $1 milhão. É um começo.
Webber: Está falando sobre um teste clinico. Um teste clinico cirúrgico?
Derek: Sim.
Webber: Só o custo de começar, sem contar o FDA, Derek, é...
Derek: Hoje eu vi Meredith realizar uma craniotomia de emergência sozinha. Ela foi perfeita. Ela tem o talento da mãe. Ela parece com a mãe, Richard. E se tiver a doença da mãe? Ellis era jovem quando começou. Toda vez que Meredith esquece a chave ou pergunta qual o dia da semana é, eu... Quando o milhão de dólares acabar, investidores irão colaborar pela mesma razão que darei tudo de mim nesse teste. Por causa de seus pais ou suas esposas. Descobertas não acontecem por causa da medicina. Descobertas acontecem porque alguém está morrendo de medo de parar de tentar.

[Meredith narrando]: Todos nós queremos crescer. Queremos desesperadamente chegar lá, agarrar todas as oportunidades que temos... de viver. Estamos tão ocupados tentando sair do ninho que nem pensamos no fato de que vai fazer frio lá fora. Seriamente frio. Porque crescer, às vezes, significa deixar as pessoas pra trás. E no momento em que estamos nos dois pés... estamos sozinhos.

These Arms Of Mine [7.6]

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Derek: Doutora Yang e minha esposa fazem festas de pijama, na minha cama, comigo nela.

Cristina: Ser uma heroína tem seu preço.

That's Me Trying [7.7]

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[Meredith narrando]: Pergunta: quando foi a última vez que um completo estranho tirou as roupas na sua frente, apontou para uma grande mancha roxa nas suas costas e perguntou: “o que diabos é isso?” Se você for uma pessoa normal, a resposta deve ser nunca. Se for um médico, a resposta provavelmente é cerca de cinco minutos atrás. As pessoas esperam que os médicos tenham todas as respostas. A verdade é que também amamos pensar que temos todas as respostas. Basicamente, médicos são sabichões até que algo apareça e nos lembre que não somos.

Callie Okay. Certo, eu não quero ir a África. Mas ainda quero ficar com você, certo? Então, estou tentando. Vamos perder nosso voo, vamos. [Arizona fica parada olhando pra ela] Ah, minha deusa! Certo, quer brigar? O voo é de dezoito horas, podemos brigar no avião.
Arizona Você está estragando isso por mim. E não quero fazer isso.
Callie: O quê? O que isso quer dizer? De repente você não quer ir?
Arizona: Eu- eu não quero ir a África com você.
Callie: Arizona. Não, tá bom? Não.
Arizona: Sinto muito. Me desculpa.
Callie: Você sente muito? Você se desculpa? São três anos!
Arizona: Eu vou perder meu voo. Se cuida.
Callie: Não. Não! Por favor. Por favor, eu posso- nós podemos fazer isso. Podemos resolver.
Arizona: Fique aqui e seja feliz. E eu vou pra lá e ser feliz.
Callie: Se entrar naquele avião, se for sem mim, nós acabamos. Me ouviu? Nós acabamos.
Arizona: Estamos de pé no meio do aeroporto gritando uma com a outra. Nós já acabamos.

April: [durante uma simulação] Senhor! Você disse que o helicóptero estaria aqui há horas. E não está aqui, e não estou reclamando, mas onde ele está?
Hunt: Bom, a chuva ainda está bem ruim. Provavelmente, preso em uma tempestade.
[Interno Steve se aproxima com um cartão de atualização sobre a condição do “paciente”]
April: Não! Não! Eu sei o que o cartão vai dizer. Vai dizer que ele tem um tamponamento cardíaco associado a hipertensão e bradicardia. Mas não pode ser, porque eu já fiz uma pericardiocentese e o injetei com liquido intravenoso.
Steve: Ela está certa. O que eu faço? Eu...
April: Karev! Segure seus pés. [Karev agarra os pés do Steve] Do paciente! Vamos lá!
Hunt: Hey, hey, hey. Whoa, whoa, whoa.
Alex: Isso é demais! [ajudando a colocar o boneco numa ambulância]
Hunt: Whoa, whoa, whoa. O que acha que está fazendo? Essa ambulância não faz parte do jogo.
April: Ah, você só está inventando coisas! O que eu posso fazer também! E eu digo que faz parte do jogo! E digo que está valendo. Não dá pra encaixar nove pacientes em uma ambulância, mas dois dão. Sete dos meus pacientes podem ter morrido hoje, mas esses dois não vão! Porque eu vou coloca-los nessa ambulância. E eu vou leva-los até este hospital bem aqui!
Alex: Muito bem!
Hunt: Kepner, essa ambulância estava envolvida no acidente e não funciona mais.
April: Tem uma chave na ignição, então vamos ver. Parece que eu tirei a sorte grande. Ha! Aparentemente conseguiram chegar aqui enquanto o helicóptero não chegou. Agora, SAIA DA FRENTE! Ou eu vou atropelar você.
Hunt: [para Alex] Vá. Vamos lá. [eles correm até a entrada do hospital. A ambulância chega]
April: Desconhecido. Problemas no tórax e extremos traumas. Ainda hipertenso apesar das duas doses de soro no local.
Hunt: Tudo bem, Kepner, já chega.
April: Precisa de uma bateria de exames e provavelmente uma toracotomia. [entra no hospital carregando o boneco nos ombros] Suspeito sangramento ativo no tórax.
Alex: Pode dizer que a gente ganhou? Ou ela nunca vai parar.
Hunt: Não é uma competição.
April: Karev! Ligue para a cirurgia e tenha certeza de que há uma SO disponível.
Alex: Entendido.
Hunt: Tudo bem, tudo bem, certo. O time azul ganhou.
April: Time azul ganhou?
Hunt: É, é é, você ganhou. Ele vai viver por mais 40 anos e ter 15 netos. Está feliz?
April: [derruba o boneco] Time azul ganhou!
Hunt: Sim.
April: [abraça Alex] Isso!

[Meredith narrando]: Estamos todos procurando por respostas na medicina, na vida, em tudo. Às vezes as respostas que procuramos sempre estiveram na nossa frente. Outras vezes, as achamos quando nem percebemos que estávamos fazendo uma pergunta. Às vezes as respostas podem nos pegar totalmente de surpresa. E às vezes, mesmo quando achamos as respostas que estávamos procurando, ainda somos deixados com um monte de outras perguntas.

Something's Gotta Give [7.8]

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[Meredith narrando]: O corpo humano é um sistema altamente pressionado. A pressão sanguínea mede a força da pulsação de sangue através das artérias. É importante manter essa pressão regulada. Pressão baixa ou inadequada pode causar fraqueza ou falhas. É quando a pressão fica muito alta que os problemas de fato acontecem. Se a pressão continuar a subir, um exame minucioso se faz necessário, porque isso é um grande indicador de que algo terrivelmente errado está acontecendo.

Bailey: Por que temos tantas fistulas pós-operatórias após cirurgias pancreáticas? A operação foi impecável. Não interessa. Ainda vemos fístulas em o quê? 20% dos pacientes? Eu acho que tem um jeito de abaixar esses números. Eu só preciso descobrir como.
Webber: Miranda...
Bailey: Preciso de uma vitória, senhor. Tive uma série de derrotas e preciso de uma vitória, só isso. Yang... Yang era a única com quem eu não precisava me preocupar.
Webber: Eu sei. Eu sei. Estude os pacientes de pancreotomia. E descubra. E depois me diga como posso ajudar.
Bailey: Hm, posso usar o Avery? Ele me deu a ideia. Ele foi ótimo hoje.
Webber: Bom saber. Sabia que Alex Karev salvou a vida de um bebê com uma bola de pingue-pongue?
Bailey: Bola de pingue-pongue?
Webber: Sim, foi.
Bailey: Hmm. Alex Karev.

[Meredith narrando]: Todo sistema pressionado precisa de uma válvula de escape, precisa haver uma maneira de reduzir o estresse... a tensão, antes que se torne coisa demais pra suportas. Precisa haver um jeito de aliviar, porque se a pressão não achar um lugar para escapar, ela vai criar um. Vai explodir. É pressão que colocamos em nós mesmos que é a mais difícil de suportar. A pressão de ser melhor do que somos. A pressão de sermos melhores do que achamos que podemos ser. Elas nunca vão embora. Cresce, cresce e cresce. Nunca sabemos.

Slow Night, So Long [7.9]

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[Meredith narrando]: Nós, médicos, temos orgulho do fato de, basicamente, dormirmos em pé. A qualquer hora, em qualquer lugar. Mas é um orgulho falso, porque a verdade é que, após cerca de 20 horas sem dormir, você pode simplesmente chegar no trabalho bêbada, sendo médica ou não. Por isso não é surpresa de que os erros médicos fatais aumentam durante a noite. Quando os médicos estão, orgulhosamente, dormindo em pé. Recentemente, porém, nosso orgulho foi abalado e nossos egos feridos pelas novas leis que nos obrigam a dormir o dia inteiro antes de trabalhar a noite toda. Não ficamos felizes com isso. Mas, como alguém que um dia pode precisar de cuidados médicos, você deveria estar.

[Teddy encontra Mark, Callie, Miranda e Derek no bar depois de um encontro]
Teddy: Okay, ouçam isso... a primeira pergunta dele: “Então, qual sua comida preferida?”
Mark: O que você disse?
Teddy: Francesa, mas não é essa a questão. Por que ele me perguntaria isso? Como se tivesse lido sobre perguntas de abertura, em algum manual da internet distribuído na Feira dos Perdedores?
Derek: Por isso que não se conhece pessoas na internet.
Teddy: Você é casado! Não pode opinar sobre minhas patéticas aventuras sentimentais pela internet.

Meredith: Lembra quando o chefe falou que apenas dois de nós conseguiríamos?
Alex e Meredith ao mesmo tempo: Eu sempre achei que seriam eu e Cristina.

Avery: Belo rosto.
Alex: Pelo menos eu posso operar. Como está a mão?
Avery: Estaria melhor se você não tivesse enfiado seu rosto nela.

[Meredith narrando]: Por baixo da capa da escuridão, as pessoas fazem coisas que nunca fariam na claridade do dia. As decisões parecem mais sábias, as pessoas parecem mais corajosas. Mas, quando o sol surge, você precisa se responsabilizar pelo que fez no escuro e encarar a si mesmo diante da fria e dura luz do dia.

Adrift and at Peace [7.10]

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[Meredith narrando]: As primeiras 24 horas depois da cirurgia são críticas. Cada respiração que você dá, cada fluído que toma, são meticulosamente anotados e analisados. Celebrados ou lamentados. Mas o que acontece depois das 24 horas? O que acontece quando o primeiro dia se transforma no segundo e duas semanas, em meses? O que acontece quando o perigo imediato passa, as máquinas são desconectadas e a equipe de médicos e enfermeiras vão embora? Na cirurgia é quando você é salvo, mas o pós-operatório, o depois, é quando você se cura. Mas, e se não conseguir?

Owen: Sabe o que eu acho? Que você é descuidada. Eu acho que é descuidada com a própria vida e hoje você foi descuidada com a vida de um paciente. Não me interessa quem você é. Não quero isso na minha SO, e não quero isso perto da minha esposa que está sofrendo para se manter sã.
Meredith: Sua esposa está sofrendo para se manter sã porque você casou com ela e permitiu que ela desmoronasse. O que Cristina vai fazer quando voltar da pescaria hoje à noite? Amanhã, semana que vem, mês que vem, próximo ano? Porque nós estaremos aqui, todos trabalhando, e Cristina estará... onde?
[Owen]: Não sei. Eu não sei, mas ela tem o direito de descobrir.
[Meredith]: Você não sabe, mas eu sei. Porque eu conheço Cristina Yang e ela precisa trabalhar. Porque a cirurgia é nossa vida.
Owen: Mandou um cara atirar em você, isso é o que você é. Você não tem medo, e não digo isso num bom sentido. A maioria das pessoas não dizem ao homem com a arma para atirar nelas. A maioria das pessoas são como Cristina. A maioria das pessoas têm medo. Portanto, o que ela precisa não é o que você precisa. Ela não é você, Meredith.

[Meredith narrando]: O objetivo de qualquer cirurgia é a completa recuperação – sair melhor do que estava antes. Alguns pacientes saram rápido e sentem um alivio imediato. Para outros, a cura acontece gradualmente, e só após meses ou anos depois você perceber que não dói mais. Portanto, o desafio após qualquer cirurgia é ser paciente. Mas, se conseguir passar pelas primeiras semanas e meses, se acreditar que a cura é possível, então você pode ter sua vida de volta. Mas isso é um grande talvez.

Disarm [7.11]

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[Meredith narrando]: Até certo ponto, a medicina é uma ciência. Mas eu diria que também é uma arte. Você não quer os médicos que veem a medicina apenas como uma ciência ao seu lado quando seu sangramento não parar ou quando seu filho estiver gritando de dor. Os clínicos seguem os livros. Os artistas seguem seus instintos. Os artistas sentem sua dor e vão ao extremo para fazê-la parar. Medidas extremas. É aí que a ciência acaba e a arte começa.

Arizona: Eu sinto muito, muito mesmo por tê-la machucado tanto. Sinto muito porque estou muito apaixonada por você, e vou passar o resto da minha vida te dizendo isso. Me desculparei todos os dias se é disso que você precisa, mas, por favor, por favor, não vá embora de novo. Eu voltei do outro lado do mundo pra ficar com você. Eu te amo. Por favor.
Callie: Você precisou voar pro outro lado do mundo pra chegar até mim, Arizona, porque você voou um mundo de distância sem nem olhar pra trás. Você simplesmente foi. E isso pode ser novidade pra você – não, eu acho que meio que é – mas, você não é a única nessa relação. Há duas de nós, e você voltou hoje, mas eu não.

Cristina: Quer ir tomar um drinque?
Meredith: Sim, eu quero. Quer dizer, não um drinque de verdade, porque estou tentando engravidar e o álcool, supostamente, vai fazer meu bebê ter três cabeças e dezesseis dedos.
Cristina: Hmm, quer cheirar um pó?

[Meredith narrando]: Cirurgia é extrema. Cortamos o seu corpo, tiramos pedaços, e colocamos o que restou de volta. É uma coisa boa que a vida não vem com um bisturi, porque se viesse, quando as coisas começassem a doer, nós simplesmente cortaríamos sem parar. O problema é que quando começamos com um bisturi não conseguimos parar. Portanto, como eu disse, é uma coisa boa.

Start Me Up [7.12]

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[Meredith narrando]: As pessoas são realmente românticas sobre o começo das coisas. Novos começos, quadro limpo, um mundo de possibilidades. Mas, não importa em qual aventura você está embarcando, você ainda é você. Você se leva em cada novo começo da sua vida. Então, o quão diferente pode ser?

Arizona: Bom, agora eu sou sua inquilina. Viva?!
Callie: Minha falta de interesse em vê-la não é uma estratégia. Não estou bancando a difícil. Não quero ver você porque eu virei minha vida de cabeça pra baixo por você e você foi embora porque por uma semana eu fiquei enjoada. Você não é de confiança, então não quero ver você. Você é egoísta, então não quero você. Tenho 100% de certeza de que se eu deixar você entrar de novo na minha vida, você vai me machucar de novo, então não quero ver você. Isso não é um truque. Não estou fazendo beicinho. Não quero você na minha vida. Tire suas porcarias do meu apartamento.

Arizona: Eu fujo. Certo, quando as coisas ficam difíceis, eu... vou embora. Talvez seja porque eu cresci sendo uma pirralha do exército e nos mudávamos a cada 18 meses. Talvez eu nunca tenha aprendido a me comprometer, mas estou aqui agora, e vou ficar porque eu vou lutar pra ter certeza que você saiba que estou comprometida com isso. Eu não sou perfeita, mas você também não, e você... quer falar sobre nossas culpas? Que tal não ser capaz de perdoar? Em algum ponto, você vai ter que me perdoar, e bem que poderia ser agora porque eu estou apaixonada por você, Calliope, e você está apaixonada por mim e tudo o que estou pedido é por mais uma chance.
Callie: Você quer outra chance?
Arizona: Sim. Mais do que tudo, eu quero outra chance.
Callie: Hoje eu descobri que estou grávida. Do Mark. Que tal agora?

[Meredith narrando]: É tudo que todo mundo quer, certo? Um quadro limpo, um novo começo. Como se isso fosse mais fácil. Pergunte ao cara empurrando uma rocha da montanha. Nada é fácil sobre recomeços. Nada mesmo.

Don't Deceive Me (Please Don't Go) [7.13]

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[Meredith narrando]: Médicos praticam a decepção o tempo todo. Damos respostas vagas a perguntas difíceis. Não falamos sobre a dor do pós-operatório. Dizemos que você vai sentir algum desconforto. Se você não morreu, diremos que a cirurgia foi um sucesso. Mas o placebo é a maior decepção dos médicos. Dizemos a verdade a metade dos nossos pacientes, para a outra metade, rezamos para que o efeito do placebo seja real. E dizemos a nós mesmos que eles se sentirão melhores de alguma forma. Acreditamos que a ajuda está a caminho, quando, de fato, os deixamos para morrer.

Arizona: [a Callie] Cala a boca. Apenas cale. Você não pode me dizer que não estamos juntas. Estamos juntas. Porque eu amo você e você me ama, e nada mais importa. Nós estamos juntas. E se você dormir com outra pessoa de novo, homem ou mulher, eu vou te dar uma surra daquelas. Agora, sente sua bunda aqui, porque é o meu bebê aí dentro. Eu não quero que nada aconteça com meu bebê.
Callie: [sorrindo] Seu bebê, hein?
Arizona: [sorri de volta] Nosso bebê.

[Meredith narrando]: Médicos praticam a decepção todos os dias. Com nossos pacientes, com suas famílias... mas a pior decepção que praticamos é com nós mesmos. Por isso que, às vezes, demora um tempo até que percebamos que a verdade esteve na nossa frente o tempo todo.

Mark: Bom, o que Arizona disse?
Callie: Ela disse que está dentro.
Mark: Bem, isso é bom, certo?
Callie: Hm, ainda tenho dúvidas. Não vou voltar com ela até ter certeza de que ela não vai fugir de novo.
Lexie: [entra] Ei, tem planos pro jantar hoje?
Mark: Não.
Lexie: Vou cozinhar pra você hoje, na sua casa. Arrasei na colecistectomia. [beija ele e sai]
Callie: Quando vai contar pra ela?
Mark: Depois do meu jantar caseiro.
Callie: Mark, você não precisa fazer isso. Estou lhe dando um cartão de liberdade, sem ressentimentos. Você pode ser o tio legal que aparece aos Domingos.
Mark: Não sou o tio legal. Eu sou o pai.
Callie: Você ama a Lexie. E da última vez que uma criança Sloan apareceu em Seattle ela te deixou. Mas já se você fosse o tio legal...
Mark: Eu não sou o tio legal! Nunca mais diga isso. Essa criança é minha. Eu quero essa criança. [murmura] Tio legal...
Callie: Então diga a ela. Não espere até essa criança sair com a sua cara.

Lexie: Vou colocar estragão. Não faço ideia do sabor que tem, mas acho que quando as pessoas usam estragão faz elas parecem que sabe, o que estão fazendo. Manjericão não faz isso. Qualquer um pode usar manjericão.
Mark: Callie está grávida.
Lexie: Ah, isso é ótimo! Ela ama bebês. Foi por inseminação artificial ou por outro meio? Quer dizer, espera um pouco, certo, espera... Arizona acabou de volta... e elas estavam fazendo isso antes... [olha para Mark que levanta os olhos pra ela, ela entende]
Mark: Eu ouvi o coração hoje. A criança é minha, é uma parte de mim... por favor, tem algo que possamos fazer...
Lexie: [chorosa] Como diabos você me colocou nessa posição... pela segunda vez? É... isso é... inacreditável. Você é inacreditável!

P.Y.T. (Pretty Young Thing) [7.14]

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[Meredith narrando]: Uma das lições mais difíceis como um médico é aprender a priorizar. Somos treinados para fazer tudo o que podemos para salvar vidas e membros. Mas, se cortar um membro significar salvar uma vida, aprendemos a fazer isso sem hesitar. Não é uma lição fácil de aprender, e sempre volta a uma pergunta: “o que está em jogo?” O que ganhamos ou perdemos? No final do dia, somos apenas apostadores tentando não apostar a fazenda.

Callie: [enquanto tentando ajustar um quadril deslocado] É o corpo dele! Certo? Você não pode dizer o que ele pode ou não pode fazer com ele! Ele é uma pessoa! Ele pode fazer suas próprias malditas escolhas! EU ESTOU PASSANDO PELA PIOR ABSTINÊNCIA DE CAFEÍNA DA MINHA VIDA PORQUE ALGUÉM ACHA QUE ESTAR GRÁVIDA SIGNIFICA QUE EU NÃO ESTOU MAIS SOB CONTROLE DA MINHA MENTE!
April: Você está grávida?!
Callie: Quieta! Não estou colocando meu bebê em risco, eu só- eu só quero uma porcaria de copo de café!
Owen: Ceeerto... Kepner, vá buscar um copo de café pra Dra. Torres.
April: Certo.
[Callie range]
Owen: [a April] CORRA!
Callie: Obrigada.
Owen: Parabé...
Callie:[exasperada] Ah, tanto faz. Apenas venha aqui e me ajude com esse quadril1

Callie: [para Arizona e Mark] É isso aqui. Eu entendo que tudo vai ser diferente agora, e, hm, é por isso que eu vou comer esse frango... mesmo que a única coisa que eu queira agora seja um sanduíche de manteiga de amendoim.
Arizona: Ótimo!
Callie: Ah, não acabei. Se vamos fazer isso de que todo mundo tem um voto, vai haver um novo sistema. Ainda vamos ter um voto cada um, mas o bebê também ganha um voto. E como eu guardo o bebê, estarei falando por ele/ela. E, já que eu vou empurrar esse bebê por um buraco bem pequeno do meu corpo, também terei um voto extra especial da minha vagina! Portanto, hm, três votos para nós, dois votos pra vocês. Ah! Nós temos a palavra final! Agora, eu vou usar meus muitos votos para dizer que uma vez ao dia, eu tomarei um copo de café normal todos os dias, o que está perfeitamente okau de acordo com estudos que eu li. Pelo menos até eu começar a amamentar. Agora, alguém quer discutir com meu voto especial da vagina?
Mark: Não, obrigado.
Arizona:[ao mesmo tempo que Mark] Não...
Callie: Ótimo. [silencio] Ah, também votamos para que Mark me faça uma massagem no pé.

[Meredith narrando]: Cirurgia é um jogo alto. Mas, não importa a altura da aposta, mais cedo ou mais tarde, você simplesmente terá que seguir seus instintos, e, talvez, apenas talvez, isso levará você diretamente para onde você deveria estar em primeiro lugar.

Golden Hour [7.15]

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[Meredith narrando]: Quantas coisas você pode realizar em uma hora? Ir ao mercado, talvez? Ficar sentado no trânsito. Trocar o óleo do carro. Quando você pensa a respeito, uma hora não é grande coisa. Sessenta minutos. 3600 segundos. É isso. Na medicina, porém, uma hora muitas vezes é tudo. Chamamos isso de a hora de ouro. Aquela janela mágica do tempo que pode determinar se um paciente vive ou morre.

[Meredith narrando]: Uma hora. Uma hora... pode mudar tudo para sempre. Uma hora pode salvar a sua vida. Uma hora pode mudar a sua vida. Às vezes, uma hora é um presente que damos a nós mesmos. Para alguns, uma hora significa quase nada. Para outros, uma hora faz toda a diferença do mundo. Mas, no fim, ainda é apenas uma hora. Uma de muitas. Muitas mais a vir. 3600 segundos. É isso. Depois começa tudo de novo. E quem sabe o que a próxima hora pode trazer?

Not Responsible [7.16]

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[Meredith narrando]: Todo mundo imagina que os médicos são as pessoas mais responsáveis que conhecem. Muitas vidas dependem deles, não são irresponsáveis. Não esquecem detalhes importantes ou tomam decisões incrivelmente insensatas. Porque isso seria ruim, certo?

Lexie: Sempre parece que só existe uma pessoa no mundo para se amar. E aí aparece outra pessoa, e parece loucura você ter se preocupado em primeiro lugar.

[Meredith narrando]: Somos responsáveis com nossos pacientes. O problema é que isso vai pelos ares fora do trabalho. Em nossas próprias vidas, não pensamos a longo prazo, não fazemos a escolha sensata. Já fazemos isso todo dia no hospital. Quando se trata de nós mesmos, não sobra nada. E vale a pena – ser responsável? Porque se você tomar suas vitaminas e pagar seus impostos e nunca furar a fila, o universo ainda lhe dará pessoas para amar e depois deixará que elas escorram pelos seus dedos como água, e depois o que você tem? Vitaminas e nada.

Jackson: Só passei pra ver se você está bem.
Lexie: Ricky não está, com certeza. Eu disse a Julia que ela iria achar outro alguém, mas não tenho certeza se acredito nisso.
Jackson: Ah, ela vai.
Lexie: Mas e se ele for...
Jackson: ...sua alma gêmea? Você deve estar brincando, Lexie. Ninguém tem apenas uma alma-gêmea. Isso seria um sistema idiota. Olha, Ricky e Julia merecem mais do que alguém que os deixem doentes. Você merece melhor, também. E há mais de uma alma gêmea pra todo mundo. Quer dizer, alguém como você teria uma fila na porta assim que a palavra se espalhasse.
Lexie: [sorri] Ah, você estaria na fila?
Jackson: Sim, eu estou na fila.

This Is How We Do It [7.17]

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[Meredith narrando]: Renegados, infratores da lei, gângsteres com bisturis, é assim que gostamos de nos imaginar. Faz com que nos sintamos radicais. Sexys. O problema é que isso não é exatamente verdade. No fundo, somos seguidores de regras, ovelhas. Não quebramos o protocolo. Seguimos a risca. Porque se não seguirmos o protocolo, nossos pacientes morrem e não somos mais radicais, apenas maus.

Arizona: [depois de Callie receber uma mensagem] Saímos há cerca de dez minutos, o que Mark quer?
Callie: [ri e lê a mensagem] Oooh. Ah, é, certo, isso é ruim. Ele descobriu que Lexie está com Avery e está surtando. [Callie começa a responder, Arizona pega seu celular e joga no banco de trás] Ei, pra quê isso?
Arizona: O quê? Esse é o nosso momento. Só pra nós. E a primeira coisa que você quer fazer é falar com Mark.
Callie: Voce acabou de dizer que tudo. Certo, sabe de uma coisa? Dane-se. [tira o cinto e escala pra trás pra pegar o celular]
Arizona: O que está fazendo?
Callie: Eu vou falar com ele.
Arizona: Não se atreva.
Callie: Isso é ciúme, Arizona. Você está com ciúme do Mark. Supere.
Arizona: Pode me culpar? Ele recebe mais de você. A sua força, seu caos, a garota que ama chás de bebê. Eu fico só com sua parte gay, o que é cerca de 20 minutos por noite... nem isso, já que ultimamente você tem se sentido muito gorda pra deixar eu te tocar.
Callie: Olha, estou fazendo o meu melhor aqui pra garantir que você esteja feliz, que Mark esteja feliz e que a pequena pessoa crescendo dentro de mim esteja feliz. Eu não sei mais o que fazer, pra ser honesta. Por favor, me diga. Porque eu faço. O que quer que vá te fazer feliz, eu faço.
Arizona: [pausa] Case comigo.
Callie: [rindo] O quê?
Arizona: Sério. Eu te amo mais do que tudo, mas quero mais. Eu quero compromissos, quero anéis, então, case comigo.

Bailey: Você precisa escolher o chefe da residência logo. Quer dizer, Alex Karev está morando em um trailer no estacionamento do hospital. Residentes estão esperando por você fora dos banheiros...
Webber: Karev está morando no estacionamento?
Bailey: Sabe, seu teste está em processo e você tem coisas pra cuidar em casa. Você não precisa escolher um novo chefe de residência também. Deixe que outra pessoa cuide disso. Delegue.
Webber: Certo, eu gostaria de você.
Bailey: Não. Eu criei aqueles bebês. O que eu quero dizer é, delehue a outra pessoa... que não seja eu.

[Meredith narrando]: É o dilema de todo médico. Manter o bom-senso e seguir o protocolo? Ou se arriscar e inventar um novo? Arriscar pode dar excelentes resultados. Mas também pode ter péssimas consequências. Mesmo assim, de vez em quando você tem que se rebelar. Arriscar alto. E quando conseguir os resultados que queria, não há nada igual no mundo. Mas, quando não...
[Callie narrando]: O cérebro é a parte mais misteriosa do corpo. Ele aprende. Muda. Se adapta. Nos diz o que vemos. O que ouvimos. Nos deixa sentir amor. Eu acho que segura nossa alma. Mas, não importa quantas pesquisas fazemos, ninguém consegue dizer com precisão como toda aquela delicada matéria cinza dentro do nosso crânio funciona. E, quando machuca, quando o cérebro humano fica traumatizado, bem... é aí que ele fica ainda mais misterioso.

Mark: O que diabos aconteceu?
Owen: Carro contra caminhão. É tudo o que sabemos.
Mark: Machucados? E o bebê?
Derek: Ainda não sabemos.
Mark: E por que diabos não sabem? Tragam-me um jaleco.
Webber: Mark, você tem que ficar fora disso.
Mark: Não vou ficar fora disso. É a Callie. É o meu filho.
Webber: Por isso que não pode. Sinto muito, mas não pode ser um médico aqui.
Mark: Dane-se.
Owen: Sloan.
Mark: Danem-se todos vocês.
Webber: Olhe pra mim, Sloan. Olhe pra mim. Talvez eu não entenda o que vocês dois têm ou como têm. Mas eu entendo isso: ela é sua família. Callie Torres e aquele bebê são sua família. E a melhor maneira de ajudar sua família é se afastando e deixando o resto de nós fazer o que você racionalmente não consegue; salvar suas vidas. Certo?
Derek: Mark.
Mark: Eu vou ficar na sala, entendeu? Vou ficar na sala!
Webber: Okay.

Meredith: Ontem, no chá de bebê... eu estava com inveja de Callie porque ela engravidou... sem tentar. E nós tentamos. Tomo vacinas, checo minha temperatura, coloco minhas pernas pra cima, e nada. [começa a chorar] O universo diz, “dane-se você, Meredith” e dá um filho a Callie... e depois a empurra contra a janela. Quer dizer, o que diabos está acontecendo? Qual o sentido? Quer dizer, há algum sentido nisso? Porque se você puder pensar em uma razão, qualquer razão que seja de porquê o universo é tão ferrado... e sem proposito e malvado, agora seria um ótimo momento pra me contar, porque eu realmente preciso de algumas respostas.
Derek: [a abraça] Eu sei, eu sei... Me assegurarei de que tenhamos um bebê. Eu prometo. De um jeito ou de outro, você e eu seremos pais. Eu prometo a você.

Arizona: Então, você acha que ela teria uma chance melhor se tirássemos o bebê agora?
Bailey: A condição cardiovascular de Callie possivelmente melhoraria muito, mas apenas precisamos saber...
Mark: ...o que nós queremos fazer.
Arizona: Não, o que Callie iria querer que fizéssemos. O bebê mal está respirando.
Mark: Por que estamos falando sobre o bebê?
Arizona: Você realmente disse isso?
Mark: Não, estou só dizendo que deveríamos dar a Callie o melhor que podemos.
Bailey: Mas Mar--
Arizona: Callie quer o bebê!
Bailey: Ariz--
Mark: Callie quer viver.
Arizona: Todos nós queremos que ela vive. Mas como a vida dela será se ela acordar e sua filha tiver sumido?
Mark: Como a vida dela será se ela estiver morta?
Arizona: Deusa, não é tão simples assim.
Mark: É sim. Eu não gosto disso, é horrível, mas é simples assim. Nós podemos ter outro bebê. Não podemos ter outra Callie.
Arizona: Pra você poder transar com a minha namorada de novo?
Mark: Ah, pelo amor da deusa, supere. Nós transamos! Grande coisa.
Arizona: É, sim, Mark. É uma grande coisa!
Mark: Se algo acontecer com meu filho, nós transamos de novo.
Arizona: Não, não vão!
Mark: Sim, nós vamos!
Arizona: Você está louco. Só porque você é galinha demais pra fazer qualquer relacionamento funcionar...

Callie: [acordando, sussurrando] S-im. [Arizona acorda] Sim.
Arizona: Ah, ah, minha deusa. Callie? Callie?
Callie: Sim.
Arizona: O quê? O quê?
Callie: Eu caso com você.
[Arizona sorri com alegria]

It's a Long Way Back [7.19]

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[Meredith narrando]: Após um trauma, seu corpo está mais vulnerável do que nunca. O tempo de resposta é crítico. Então, de repente, você está cercado por pessoas, médicos, enfermeiras, especialistas, técnicos; cirurgia é um esporte de equipe. Todos almejando a linha de chegada. Recolocando suas peças no lugar. Mas, cirurgia é um trauma em si. E quando ela termina é que começa a cura. Chamamos de recuperação. A recuperação não é um esporte de equipe. É uma corrida de longa distância solitária. É longa, é exaustiva... e solitária pra caramba.

[Alex está distribuindo panfletos]
Jackson: O que é isso?
Alex: O que é isso? É sua criança. Sua criança africana.
Cristina: Ah, está acontecendo?
Jackson: Hoje?
Alex: De noite. O primeiro grupo chega aqui de noite. Eu venho dizendo a semana inteira. Cada um de vocês têm sua própria criança. Algumas vêm com a família, algumas são órfãs, e cada um de vocês é responsável por sua criança, certo? Como padrinhos. [entrega um panfleto a Cristina, mas pega de volta] Espera, não pode ficar com ela. Seria horrível com ela. [Lexie ri] Okay, ele. [entrega outro panfleto] Não. Sim, ele.
Lexie: Ele está surtando.
Jackson: Vai ser um desastre.
Cristina: O capeta virou a Madre Teresa.

Cristina: Ei, está sarando muito bem. Talvez em alguns dias você possa tentar sentar sozinha.
Callie: Vamos tentar agora.
Cristina: Não pode apressar isso.
Callie: Por que eu fiquei com você? Porque não está cortando corações por aí?
Cristina: Bom, Altman e eu tivemos uma desavença, aliás por causa do seu defeito no septo ventricular. Estou dando a ela um pouco de espaço. Certo, você está bem. Precisa de alguma coisa?
Callie: Preciso ver meu bebê.
Cristina: No momento, ela é um monte de tubos e fios. E ela parece mais com uma galinha do que com um bebê. Uma galinha despenada e sem bico. Espere até estar mais bonitinha.
Callie: Você é a pior madrinha do mundo.
Cristina: Você me escolheu.

Callie: [sobre sua filha] Ela não está pronta, ela não pode ir. Ela está sob cuidados médicos 24 horas por dia...
Mark: Ela ainda vai estar.
Callie: Certo, bom, seus pulmões. Pode contraria VRS.
Arizona Robbins|Arizona]]: Qualquer criança pode...
Callie: Ela não vai entrar no carro. Não é seguro.
Mark: Callie...
Callie: Não é seguro. Da última vez que esteve em um carro, ela quase morreu. Nós duas quase morremos. Tire- tire ela desse negócio. Me dá ela, Mark. Eu não- eu não estou brincando. [chorando] tire- tire ela desse negócio.
Bailey: Callie... Callie... Okay, você está certa. Está absolutamente certa. Carros não são seguros pra crianças. Nem estantes, ou esquilos, ventos fortes ou pessoas que espirram. Tudo pode afetar seu bebê. Mas, querida, você não se sente desse jeito porque esteve em um acidente. Você se sente assim porque você é mãe. Isso vai passar... a maior parte. Mas uma parte nunca vai embora.

[Meredith narrando]: A medida da sua recuperação é determinada pela extensão dos ferimentos. E nem sempre é um sucesso. Não importa o quanto trabalhemos nisso. Algumas feridas podem nunca sarar completamente. Você pode ter que se adaptar a uma maneira completamente nova de viver. Talvez as coisas tenham mudado radicalmente demais para que voltem a ser como eram. Você pode nem se reconhecer mais. É como se não tivesse recuperado nada. Você é uma pessoa completamente nova com uma vida completamente nova.

White Wedding [7.20]

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[Meredith narrando]: Germes, doenças, toxinas. Nossos corpos encontram doenças o tempo todo, logo abaixo da superfície, escondidas. Quer você perceba ou não, seu corpo está constantemente se protegendo. Todas as vezes que você pisca os olhos, está lavando milhares de micróbios indesejados. Inspire um pouco de pólen demais, e você espirra. O corpo sabe quando encontra algo que não lhe pertence. O corpo detecta o invasor, libera os glóbulos brancos e ataca.

Bailey: Sabia que sua porta está destrancada? Eu poderia ser qualquer um. Poderia ser um ladrão entrando aqui para roubar. Cadê o bebê? [Callie mostra a ela a bebê no monitor, ela sorri] Eu poderia ser um sequestrador de bebês vindo sequestrar o seu bebê.
Callie: Sei porque mandaram você. Não importa o que você diga, o casamento não vai acontecer. Minha mãe está certa, é uma piada. Não é um casamento, e não vai acontecer. Não consigo achar um pastor; não tenho mais um ministro... não vou ser entregue pelo meu pai, o casamento não é legal. Qual o sentido? Isso não é um casamento, não é nem em uma igreja, não é nada. São duas garotas brincando de se vestir. Não é real, não é real.
Bailey: Certo, primeiramente, você não precisa da lei ou de um pastor ou da sua mãe pra tornar seu casamento real. E a igreja pode ser qualquer lugar que você queira que seja. Eu um campo, numa montanha, ou bem aqui nesse quarto, porque onde você acha que Deus está? Ele está em você. Está em mim. Bem aqui, no meio de nós. Sua igreja ainda não chegou a Deus. Sua mãe, ela ainda não alcançou Deus. E, por falar nisso, ela pode nunca o alcançar, mas tudo bem. Está tudo bem. Se você está disposta a ficar de pé na frente dos seus amigos, da sua família e de Deus, e a se comprometer a outro ser humano nesse tipo de parceria, no melhor e no pior, na saúde e na doença.. Querida, isso é um casamento. Isso é real, e é tudo o que importa. Além do mais, eu fui casada legalmente em uma igreja. Olhe como acabou.

[Meredith narrando]: Justo quando você acha que entendeu as coisas, o universo nos dá um obstáculo. Então, temos que improvisar, encontramos alegria em lugares inesperados, achamos nosso caminho de volta para as coisas que mais importam. O universo é engraçado desse jeito, às vezes ele acha um jeito de garantir que acabemos exatamente onde pertencemos.

[A cena fica se dividindo entre os casamentos de Derek e Mer e Callie e Arizona]
Juiz: Senhores Grey e Shepherd...
Derek: Seriamos nós.
Juiz: Preciso das identidades. Certo, parece tudo em ordem, vamos começar. Estamos aqui hoje para participar de uma união matrimonial...
Bailey: ...Para celebrar o amor e a felicidade e a lealdade, e, na minha opinião, um pouco de mágica.
Juiz: Na forma e regulamentação do estado de Washington,
Bailey: Para juntar dois lindos e maravilhosos seres humanos...
Juiz: Já que é sua intenção entrar no casamento, juntem as mãos e repitam depois de mim. Eu, Derek Shepherd...
Derek: Eu, Derek Shepherd...
Arizona: Aceito você, Calliope Torres, como minha esposa.
Meredith: No melhor e no pior, na alegria e na tristeza...
Callie: Escolho você para ser a única com quem passarei minha vida...
Arizona: Eu amo você.
Callie: Eu amo você.
Juiz: Certo, assine aqui, e você assine aqui. [os dois assinam] Por esses documentos e de acordo com a lei estadual de Washington...
Bailey: Certo, eu orgulhosamente as declaro esposa e esposa. [Callie e Arizona se beijam]
Juiz: Parabéns.
Derek: Obrigaod.

I Will Survive [7.21]

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[Meredith narrando]: ”Adapte-se ou morra.” Não importa o quanto ouvimos isso, a lição não fica mais fácil. O problema é que somos humanos. Queremos mais do que apenas sobreviver. Queremos amor. Queremos sucesso. Por isso, lutamos como o diabo para conseguir essas coisas. Qualquer outra coisa parece a morte.

Unaccompanied Minor [7.22]

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[Meredith narrando]: Eu sempre disse que seria mais feliz sozinha. Teria meu trabalho, meus amigos – mas alguém na sua vida o tempo todo? Mais problema do que vale a pena. Aparentemente, eu superei isso.

[Meredith narrando]: Há uma razão pra eu ter dito que seria feliz sozinha. Não era porque eu achava que seria feliz sozinha, era porque eu achava que se eu amasse alguém, e depois acabasse, eu poderia não suportar. É mais fácil estar só. Porque e se você souber que precisa de amor e aí não tiver? E se você gostar e se apoiar nele? E se você moldar sua vida ao redor disso e aí tudo desmorona? Você pode sobreviver a esse tipo de dor? Perder o amor é como machucar um órgão. É como morrer. A única diferença é que a morte acaba. Isso? isso pode durar para sempre.

Elenco

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