Arthur Bernardes

político brasileiro, 12° presidente do Brasil
Arthur Bernardes
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Arthur da Silva Bernardes (Viçosa, 8 de Agosto de 1875Rio de Janeiro, 23 de março de 1955) foi um político brasileiro; Presidente da república entre 15 de novembro de 1922 e 15 de novembro de 1926.


  • "Na penúltima campanha presidencial afirmava-se que o candidato não seria eleito; eleito, não seria reconhecido; reconhecido, não tomaria posse; empossado, não transporia os umbrais do Palácio do Catete."
- Artur Bernardes, tomando posse no cargo de presidente do Senado Federal, em 25 de maio de 1927, relembrando a sua eleição presidencial, em 1922. Citado em: GUEDES, Maria Helena. Os Galgares !.
  • "Para os correligionários, tudo. Para os adversários, a lei, quando possível."
- NERY, Sebastião; Folclore político: 1950 histórias; São Paulo: Geração Editorial; 2002; pág 122
  • "Não me preocupam as conseqüências que me possam advir da franqueza com que me dirijo à nação. Tampouco indago se ela pode ocasionar-me amanhã a perda da liberdade ou da própria vida. Na minha idade, quando já se deu o máximo do esforço pelo bem da pátria, é ainda uma felicidade possuir-se alguma coisa que se lhe possa oferecer em momento de extrema gravidade como este. Brasileiros! A nação não pode permanecer de cócoras! São Paulo encarna os anseios do povo e os interesses supremos do país! Viva São Paulo! Viva o Brasil! Viva a causa constitucional!"
- ao comentar a Revolução Constitucionalista de São Paulo em 1932; citado em Chatô: O Rei do Brasil (MORAIS, Fernando); página 283-284, capítulo 17. Editora Companhia das Letras

SobreEditar

  • Existe muita expectativa em torno “(...) de S. exa. e no firme propósito de fazer alguma cousa em benefício do Estado. Entre os benefícios que S. exa. pode prestar, acha-se o de por termo a politicagem dos municípios, ordinariamente creada pelo desejo das posições fornecidas pelos cargos de que se compõe o Governo Municipal. (...) Estabeleça S. exa. as prefeituras nos municípios flagellados pela política e estiolados pelas luctas partidárias e terá concorrido de um modo notavel para o engrandecimento e prosperidade deste Estado”
- referência ao futuro Presidente, por José Tomas de Oliveira, diretor do jornal, Gazeta do Norte. Montes Claros, 31 de setembro de 1918, página 01., citado por César Henrique de Queiroz Porto, in: PATERNALISMO, PODER PRIVADO E VIOLÊNCIA: O CAMPO POLÍTICO NORTE-MINEIRO DURANTE A PRIMEIRA REPÚBLICA. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp000178.pdf>. Acesso em 13.jul.2006.