Wikiquote:Tema em destaque/2015/Junho

1 de junhoEditar

IBLIOTECA (do grego βιβλιοϑήκη, composto de βιβλίον, "livro", e ϑήκη "depósito"), na definição tradicional do termo, é um espaço físico em que se guardam livros.

Citações sobre o temaEditar

- Eine Bibliothek macht es möglich, daß einer den Marx sucht, den Schopenhauer findet und die Bibel entleiht
- Ernst R. Hauschka, em Aphoristiker, 1926, conforme citado em "Zitate, Metaphern und andere Bemerkungen: Zitate, Metaphern und andere Bemerkungen‎" - Página 24, de Emil Tessmer - Publicado por BoD – Books on Demand, 2000, ISBN 3831107610, 9783831107612 - 159 páginas
- No place affords a more striking conviction of the vanity of human hopes than a public library
- The rambler - Página 2, Samuel Johnson - Longman, 1793
  • "Os livros são como sementes: eles podem ficar adormecidos por séculos, mas também podem produzir flores no solo menos promissor. Estes livros são os repositórios do conhecimento de nossa espécie e de nossa longa jornada evolutiva. De genes a cérebros a livros... As bibliotecas do Antigo Egito continham estas palavras em suas paredes: "alimento para a alma". E esta é ainda uma informação muito justa para o que as bibliotecas provêm."
- Fonte: Cosmos, Episódio 11, A Persistência da Memória. 47-49 min.


16 de junhoEditar

ALÚNIA é uma afirmação falsa e desonrosa a respeito de alguém, inclusive mortos. Consiste em atribuir, falsamente, a alguém a responsabilidade pela prática de um fato determinado definido como crime, feita com má-fé.


Citações sobre o temaEditar

  • "A melhor resposta às calúnias é o silêncio."
- Calumnies are answered best with silence.
- Ben Jonson; Volpone (1606), Act II, scene ii
- La calomnie est comme la fausse monnaie: bien des gens qui ne voudraient pas l'avoir émise, la font circuler sans scrupule.
- Diana de Poitiers; Maximes de la vie, 4.
- "Die schönste Antwort auf Verläumdung ist, daß man sie stillschweigend verachtet."
- Johann Jacob Engel in "Rache" [Vingança.]. Aus: Schriften, Dritter Band: Der Fürstenspiegel. Berlin: Myliussisch, 1802. S. 309. books.google.com