Tales de Mileto

filósofo e matemático grego

Tales de Mileto (?) foi um filósofo pré-socrático.

Tales de Mileto
Tales de Mileto
Il·lustració publicada en un llibre de1877 que, per l'estil, sembla molt posterior al segle VII aC.
Nascimento 625 a.C.
Mileto
Morte década de 540 a.C.
Mileto
Residência Mileto
Progenitores
  • Examyas
  • Сleobulina
Ocupação matemático, filósofo, astrónomo, físico, engenheiro, escritor, geómetra, professor
Obras destacadas teorema de Tales
Movimento estético pré-socráticos, Escola de Mileto
Religião monismo
Causa da morte insolação

Verificadas

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  • "Toma para ti o conselho que dás aos outros."
  • "A esperança é o único bem comum a todos os homens; aqueles que nada mais têm ainda a possuem."
- Tales de Mileto como citado in: Rosa Dourada - Página 14, Rosângela Isabel Teixeira Coelho Dos Santos - 2006
  • "Muitas palavras não indicam necessariamente muita sabedoria."
  • "Procure sempre uma ocupação; quando o tiver não pense em outra coisa além de procurar fazê-lo bem feito."
  • "Nunca faças o que te desagrada ver fazer a outros."
  • "A filosofia grega parece começar com uma idéia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário determo-nos nela e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e, enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisálida (estado latente, prestes a se transformar), está contido o pensamento; 'Tudo é Um'. A razão citada em primeiro lugar deixa Tales ainda em comunidade com os religiosos e supersticiosos, a segunda o tira dessa sociedade e o mostra como investigador da natureza, mas, em virtude da terceira, Tales se torna o primeiro filósofo grego".
- Friedrich Nietzsche


  • "O certo é que a convivência com Heráclito, Epicuro, Plotino, Agostinho, Abelardo, Tomás de Aquino e mais alguns outros que davam de aparecer em minha “ágora”, ou no claustro de meu convento, me incendiava com alguma frequência o espírito, e aqui também os alunos tocavam fogo. Peguei um amor extraordinário por aqueles pensadores, não porque me forneciam o pão de cada dia (o material, mesmo), mas porque me empurravam escada acima, às vezes com certa violência, para contemplar as estrelas, aquelas mesmas que levaram o filósofo Tales a cair num buraco. O velho milésio caiu para cima, como convém a todo filósofo que se preze."
- Fonte: "ENTREVISTA com Prof. Dr. Maurilio Camello, filósofo e poeta", para o blog Moça & Poesia (2020).