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Victor Andreevich Kravchenko, (em russo: Виктор Андреевич Кравченко) (11 de Outubro de 1905 Yekaterinoslav – 25 Fevereiro de 1966, Nova Iorque) foi um alto funcionário da União Soviética que rompeu com o regime comunista. Ele narrou suas experiências e a vida na antiga União Soviética, sob a ditadura de Stalin, no livro "Eu escolhi a Liberdade", em 1946.


  • "A raiva atormentava a minha mente quando regressava à aldeia. Era exportada manteiga em plena fome! Em Londres, Berlim, Paris, pude ver...pessoas a comer manteiga com o rótulo comercial soviético. Viajando pelos campos, não ouvia as belas canções ucranianas tão caras ao meu coração. Estas pessoas tinham desaprendido de cantar. Só se ouviam os gemidos dos moribundos e os estalidos da mastigação de estrangeiros obesos deleitando-se com a nossa manteiga...".
- Victor Kravchenko, in: Eu escolhi a Liberdade (1946).

  • "...22 anos depois da revolução eles não nos deram liberdade, mas a fome, os gulags e outra guerra!"
- Victor Kravchenko, in: Eu Escolhi a LIberdade (1946).

  • "É isto que eu quero dizer a todos vocês: o comunismo é seu inimigo. Acordem antes que seja tarde demais!"
- Victor Kravchenko, in: L'Affaire Kravtchenko, de Nina Berberova (1949).

  • "A ditadura comunista da URSS não é um problema exclusivo do povo russo, mas de toda a humanidade. O mundo não pode continuar tapando os olhos ao martírio de um povo que ocupa um sexto da superfície do globo."
- Victor Kravchenko, in: Eu escolhi a Liberdade (1946).

  • "Os líderes do Kremlin negaram aos seus próprios súditos a mais elementar liberdade política e econômica. Eles e seus representantes no estrangeiro esforçam-se para fazer o mundo acreditar que o regime soviético é, em si, um tipo de liberdade que expressa a autêntica democracia".
- Victor Kravchenko, in: Eu escolhi a Liberdade (1946).

  • "As vítimas eram forçadas a aceitar seus destinos não apenas com "boa vontade", mas também com "bastante entusiasmo". Além de açoitados, tinham que beijar o chicote..."
- Victor Kravchenko, in: Eu escolhi a Liberdade (1946).