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Mário Covas
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Mário Covas Júnior, (Santos, 21 de abril de 1930 - São Paulo, 6 de março de 2001); foi um engenheiro e político brasileiro, governador do estado de São Paulo por dois mandatos, durante seis anos, entre 1 de janeiro de 1995 e 22 de janeiro de 2001, deixando o cargo em vista da doença que o acometeu e vindo a falecer no mesmo ano.


  • "Não, não posso dizer que me sinto traído. Isso é uma demasia. O presidente exercita essas atividades por interpostas pessoas."
- Irritado com o presidente Fernando Henrique Cardoso pelo fato de o governo federal não ter ressarcido os Estados das perdas com isenções do ICMS.
- Fonte: Revista Veja
  • "O Plano vai ser um sucesso, e em outubro faremos oito governadores e um presidente da República".
- Declaração dada no início de 1994, nos preparativos da aplicação do Plano Real, exprimindo as expectativas eleitorais de seu partido, o PSDB.
- Fonte: É Dando que se Recebe... e mais 1499 Frases Tiradas da Boca da História, de Carlos Eduardo Novaes (Editora Ática, 1994).
  • "No Brasil quem tem ética parece anormal".
- Frase dita em 1989.
- Fonte: Idem.
  • "Adversidade? Não, não me venham falar em adversidade. Diante dela, só há três atitudes possíveis: enfrentar, combater e vencer."
- Dita em seu discurso na cerimônia de posse como Governador reeleito de São Paulo em 1998.
  • "Seja por uma questão de seriedade, seja por patriotismo, seja até por conveniência, São Paulo jamais virará suas costas ao Brasil."
- Idem.
  • "Solidariedade não é um risco do Ibope. Solidariedade é um traço de caráter e isso não nos falta."
- Dita em seu discurso na convenção nacional do PSDB em Brasília no ano de 1999.
  • "Do exterior, o Brasil quer meios de produção, quer sócios e não credores."
- citado em Revista Veja, edição 1086, 5.07.1989, página 33
  • "Eu me considero um homem de centro-esquerda. Mas até o Maluf disse que é, e isso me faz desconfiar dessa classificação."
- em Junho de 1987; conforme citado pelo PSDB
  • "Três pecados na política: furar fila, interromper jogo de futebol, atrasar almoço."
- citado em Revista Caras, Edição 650 - (Ano 13 - Número 16), 19/04/2006
  • "Eu acho que tenho só uma cara, mas se eu tivesse várias, certamente todas elas teriam vergonha".
- Sua resposta quando Guilherme Afif lhe perguntou em um debate na Band em 1989: "Com qual das duas caras você vai se apresentar nessa eleição?"youtube watch?v=6Z_MbSY_Xj4
  • "Se para o Maluf basta, pra mim basta."
- Frase dita no mesmo debate
  • "Não fui viajar para a Europa. Não saí correndo daqui. Quando teve os precatórios, ele correu duas vezes para a Europa."
- Sobre Paulo Maluf.
  • "Que descansar que nada! Trabalho não mata ninguém."
- Mario Covas, governador paulista, cujo resmungo mostra que já está se recuperando
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 679 - 13 de dezembro de 2000
  • "Quando é que eu saio daqui?"
- Mário Covas, governador de São Paulo, já convalescendo da cirurgia de retirada de um câncer
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 677 - 29 de novembro de 2000
  • A denúncia desgasta sempre. Se ela é verdadeira ou não, é outra conversa.
- Mário Covas, governador paulista, sobre as denúncias de caixa dois na campanha presidencial de 1998
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 676 - 22 de novembro de 2000
  • "Pode ser 'c' de cebola."
- Mário Covas, governador de São Paulo, negando que o "c" da empresa CH, J & T, citada no dossiê, se referisse à inicial do seu sobrenome
- Fonte: Revista Veja de 23/12/98
  • "O cargo de presidente é espinhoso. Ele tem de passar por coisas desagradáveis, como, por exemplo, se obrigar a receber o Maluf."
- Fonte: Revista Veja de 23/12/98
  • "Agora quero participar das Olimpíadas."
- Mário Covas, governador de São Paulo, dizendo que não disputa mais eleições
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 670 - 11/10/2000
  • "Te ponho na cadeia!"
- Mário Covas, governador paulista, respondendo a gesto obsceno feito pelo estudante petista Alexandre Valentino
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 667 - 20/9/2000
  • "A última vez que ele me viu aqui eu estava de camisolão."
- Mário Covas, governador paulista, justificando não estar usando terno e gravata ao receber o presidente Fernando Henrique em São Paulo
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 664 - 30/8/2000
  • "Se ninguém o desautorizou até agora, eu estou aqui para publicamente desautorizá-lo."
- Mário Covas, governador paulista, condenando a proposta de Raul Jungmann, ministro da Reforma Agrária, de unir o PSDB com o PPS de Ciro Gomes na sucessão de FHC
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 660 - 2/8/2000
  • "Você trouxe o ovo? Atire em mim pra ver!"
- Mário Covas, governador paulista, durante manifestação em Sorocaba, desafiando Edi Paraizo, o estudante que jogou ovo em José Serra semanas atrás
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 654 - 21/6/2000
  • "Vocês não trouxeram ovos hoje, então tomem um caqui para atirar."
- Mário Covas, governador de São Paulo, em Mogi das Cruzes, oferecendo uma fruta aos professores que o vaiavam; citado em Revista Veja, Edição 1 651 -31/5/2000