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José Serra
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José Serra (São Paulo, 19 de março de 1942), é um político brasileiro.


Índice

Frases de José SerraEditar

Durante o governo BolsonaroEditar

  • "No Brasil, o gasto público já é bastante descentralizado. Eu, como parlamentar, não defendo uma transferência maior de recursos para Estados e municípios. Eu sei que é uma posição heterodoxa, pode até ser chocante".
- Na Comissão de Assunto Econômicos (CAE) do Senado Federal — 27 de março de 2019.
- Vídeo no Canal do Senado no YouTube: www.youtube.com/watch?v=fG7cSkcBdvk&t=7699

Durante campanha eleitoralEditar

  • "Vamos responder sempre dizendo a verdade. Quanto mais mentiras os adversários disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles."
- Durante o lançamento de sua pré-candidatura a Presidência da República em 2010
  • "Temos de enfrentar os problemas nacionais e resolvê-los, sem ceder à demagogia, às bravatas ou à politicagem. E esse é um bom momento para reafirmarmos nossos valores. Começando pelo apreço à Democracia Representativa, que foi fundamental para chegarmos aonde chegamos. Devemos respeitá-la, defendê-la, fortalecê-la. Jamais afrontá-la."
- Trecho do discurso de lançamento de pré-candidatura a presidência em 10 de abril de 2010
  • "Não aceito o raciocínio do nós contra eles. Não cabe na vida de uma Nação. Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos brasileiros e não pela sua divisão. Pode haver uma desavença aqui outra acolá, como em qualquer família. Mas vamos trabalhar somando, agregando. Nunca dividindo. Nunca excluindo."
- Trecho do discurso de lançamento de pré-candidatura a presidência em 10 de abril de 2010
  • "Lembro-me do meu pai, um modesto comerciante de frutas no mercado municipal: doze horas de jornada de trabalho nos dias úteis, dez horas no sábado, cinco horas aos domingos. Só não trabalhava no dia 1 de janeiro. Férias? Um luxo, pois deixava de ganhar o dinheiro da nossa subsistência. Um homem austero, severo, digno. Seu exemplo me marcou na vida e na compreensão do que significa o amor familiar de um trabalhador: ele carregava caixas de frutas para que um dia eu pudesse carregar caixas de livros."
- Trecho do discurso de lançamento de pré-candidatura a presidência em 10 de abril de 2010
  • "Só se Deus me tirar a vida. Só saio se houver uma desgraça que me envolva".
- Então candidato a prefeito de São Paulo, ao ser questionado pelo jornal Folha de S. Paulo sobre a possibilidade de renunciar ao seu cargo para concorrer a outro cargo em 2006.
- Folha Online 14/09/2004 - 17h03, por Fabiana Futema e Caio Junqueira
- Comentando o fato de ter sido atingido por um ovo
- Fonte: Revista IstoÉ Edição 1600
  • "O Doutor Rosinha ficou bravinho com uma pesquisinha que mostra que há um probleminha no governo do PT."
- Então prefeito de São Paulo, referindo-se às críticas que o deputado catarinense fez à pesquisa publicada por VEJA de julho de 2005
  • "Finge que funciona!"
- Então prefeito de São Paulo, referindo-se ao medidor de pressão arterial que não funcionava, quando uma enfermeira de um novo posto de saúde que ele inaugurava tentava medir sua pressão.
- 20/01/2006 - por Silvia Amorim da Folha de S.Paulo
  • "São Paulo tem muita migração. É um problema".
-Então candidato ao governo de São Paulo, explicando o mau desempenho do Estado em avaliações nacionais de educação.
-Fonte: Revista ISTO É, Edição 1922
  • "Não tem greve, isso é um movimento que não significa nada"
-Comentando sobre a greve estadual de professores que ocorreu em 2010.
-Fonte: G1
  • Você acha que poderia entrar toda esta cocaína no Brasil sem que o governo boliviano fizesse pelo menos corpo mole? Acho que não"
-Sobre a Bolívia e o tráfico de drogas em maio de 2010.
-Fonte: Bol
  • "Num país dividido entre poucos ricos e muitos pobres, a forma de promover justiça social não pode ser apenas o assistencialismo"
-Sobre programas sociais
-Fonte: Estadão
  • "Sabem quanto custa um programa como o Bolsa Família? R$ 12 bilhões. É 5% do que se paga em juros. Dá para duplicar [o investimento no Bolsa Família] e vai para 10%"
-Sobre o Bolsa Família, em campanha eleitoral em 2010
-Fonte: Folha
  • "Sou insuficientemente simpático."
- José Serra, candidato do PSDB à sucessão de FHC, negando que seja antipático; citado em Revista Veja, Edição 1 741 - 6 de março de 2002.
  • “Vou comentar o que sobre lixo? Lixo é lixo”
- ao ser questionado sobre o livro “Privataria Tucana” do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, em que o repórter fala de um suposto esquema de corrupção no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que envolveria Serra, que ocupou a pasta do Planejamento
- Fonte: Estadão. Data: 13 de dezembro de 2011[1]

Sobre o golpe militar de 1964[2]Editar

  • "Para mim, ainda é doloroso lembrar aqueles momentos e falar sobre o golpe, sobre o que veio logo antes e depois. Até hoje, tenho um mal-entendido com esse pedaço de minha vida e da nossa história."
- Ao relembrar o dia seguinte do Golpe Militar, quando era presidente da UNE.
- Fonte: SERRA, José. As entranhas expostas do golpe. Folha de São Paulo, 16 de março de 2014, pág. 7.
  • "Ao acordar, imaginei por instantes ter sonhado, que não estava onde estava e que o 1º de abril fora apenas um pesadelo. Depois, compreendi melhor por que essa dúvida é uma quase trivialidade na literatura. Não é por falta de imaginação dos escritores. É porque ela acontece mesmo diante de cada tragédia. E eu estava vivendo a minha primeira, aos 22 anos recém-completados."
- Ao relembrar o dia seguinte do Golpe Militar, quando era presidente da UNE.
- Fonte: SERRA, José. As entranhas expostas do golpe. Folha de São Paulo, 16 de março de 2014, pág. 7.
  • “Apesar de relativamente calmos, com autocontrole, estávamos totalmente desarticulados, sem informações, sendo perseguidos e sem lugar seguro para ficar. Por isso, alguém sugeriu que buscássemos proteção numa embaixada, o que me pareceu, num primeiro momento, inconcebível; num segundo, a opção possível.”
- Ao relembrar o dia seguinte do Golpe Militar, quando era presidente da UNE e foi buscar refúgio na Embaixada da Bolívia.
- Fonte: SERRA, José. As entranhas expostas do golpe. Folha de São Paulo, 16 de março de 2014, pág. 7.

Sobre o Mensalão do PTEditar

  • "Aí tem muitas evidências já. Tem peso de elefante, tromba de elefante, cheiro de elefante. Deve ser elefante, né? Falam que não tinha "mensalão". Tem todas as indicações de que tem. O elefante está aí, né?"
- Sobre o Mensalão do PT quando era prefeito de São Paulo
- Folha Online, 2005.[3]

Discurso de despedida do cargo de Governador de São Paulo, em 2010[4]Editar

  • "Os governos, como as pessoas, têm de ter honra. E assim falo não apenas porque aqui não se cultivam escândalos, malfeitos, roubalheira. Mas também porque nunca incentivamos o silêncio da cumplicidade e da conivência com o malfeito."
- Trecho do discurso de despedida do cargo de Governador de São Paulo em 31 de março de 2010
  • "Na minha vida pública, já fui governo e já fui oposição. De um lado ou de outro, nunca me dei à frivolidade das bravatas, nunca investi no “quanto pior, melhor”, nunca exerci a política do ódio."
- Trecho do discurso de despedida do cargo de Governador de São Paulo em 31 de março de 2010
  • "Até 1932, nosso estado, em seu brasão, ostentava o lema Non Ducor, Duco. “Não sou conduzido, conduzo”. Desde então, a divisa passou a ser outra: Pro Brasilia Fiant Eximia: “Pelo Brasil, Façam-se Grandes Coisas.” É o papel deste estado construído por brasileiros de todas as partes. Essa é a nossa missão! Vamos juntos! O Brasil pode mais!
- Final do discurso de despedida do cargo de Governador de São Paulo em 31 de março de 2010

Frases sobre eleEditar

  • "O PSDB merece o que eu fiz. Só lamento pela pessoa do José Serra".
- Edi Paraizo, estudante que quebrou um ovo no rosto do então ministro da Saúde, José Serra
- Fonte: Revista IstoÉ Edição 1600
  • "Agora sei porque chamam o Serra de hipocondríaco".
- Plínio Arruda, no debate televisivo promovido pela Band com os presidenciáveis, usando a expressão "hipocondríaco" pelo fato do quanto Serra fala de saúde.
- Fonte: Band
  • Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro"
-Paulo Preto
-Fonte: Portal Vermelho

Veja tambémEditar

Referências

  1. Serra chama de 'lixo' livro sobre privatizações do governo FHC Estadão. Publicado em 13 de dezembro de 2011.
  2. SERRA, José. As entranhas expostas do golpe. O teatro de operações de 1964. Folha de São Paulo, Ilustríssima, pág. 4-7, 16 de março de 2014. Disponível em: <[1]>. Acesso em 2 de junho de 2014.
  3. HARNIK, Simone. Operação Confraria: Prisão de tucano é para intimidar, diz Serra. Folha de São Paulo On Line. 22 de julho de 2005. Disponível em: [2]. Acesso em 2 de junho de 2014.
  4. SERRA, José. Governador José Serra faz balanço do governo. (Discurso de prestação de contas do Governador ao entregar o cargo). 31 de março de 2010. Disponível em: [3]. Acesso em 2 de junho de 2014.