Henry Sidgwick (31 de maio de 1838 - 28 de agosto de 1900) foi um filósofo britânico.

Henry Sidgwick
Henry Sidgwick
Nascimento 31 de maio de 1838
Skipton
Morte 28 de agosto de 1900 (62 anos)
Terling
Sepultamento Terling (All Saints) Churchyard
Cidadania Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda
Progenitores
  • William Sidgwick
  • Mary Crofts
Cônjuge Eleanor Mildred Sidgwick
Irmão(ã)(s) Arthur Sidgwick, William Carr Sidgwick, Mary Benson
Alma mater
  • Trinity College
  • Rugby School
Ocupação filósofo, economista, professor universitário, escritor
Empregador(a) Universidade de Cambridge
Religião unitarismo

Verificadas

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Os Métodos da Ética (1874)

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  • O bem de qualquer indivíduo não tem mais importância, do ponto de vista... do Universo, do que o bem de qualquer outro; isto é, a menos que haja motivos especiais para acreditar que é provável que se realize mais bem num caso do que no outro.
- The good of any one individual is of no more importance, from the point of view...of the Universe, than the good of any other; unless, that is, there are special grounds for believing that more good is likely to be realized in the one case than in the other.
- Livro 3, capítulo 13, seção 3 (7ª ed., 1907)
  • Cada pessoa é moralmente obrigada a considerar o bem de qualquer outra pessoa tanto quanto o seu próprio bem, exceto quando o julga ser menor, quando visto imparcialmente, ou menos certamente cognoscível ou alcançável por ele.
- Each person is morally obliged to regard the good of anyone else as much as his own good, except when he judges it to be less, when impartially viewed, or less certainly knowable or attainable by him.
- Livro 3, capítulo 13, seção 3 (7ª ed., 1907)
  • Uma recusa universal em propagar a espécie humana seria o maior dos crimes concebíveis do ponto de vista utilitarista.
- A universal refusal to propagate the human species would be the greatest of conceivable crimes from a Utilitarian point of view.
- Livro 4, capítulo 5, seção 3 (7ª ed., 1907)
  • Até que ponto devemos considerar os interesses da posteridade quando estes parecem entrar em conflito com os dos seres humanos agora existentes? A resposta a isto, porém, parece clara: o momento em que um homem existe não pode afetar o valor da sua felicidade de um ponto de vista universal; portanto, os interesses da posteridade devem preocupar um utilitarista tanto quanto os dos seus contemporâneos – exceto no sentido de que o efeito das suas ações nas vidas e mesmo na existência da posteridade deve ser mais incerto.
- How far we are to consider the interests of posterity when they seem to conflict with those of now-existing human beings? The answer to this, though, seems clear: the time at which a man exists can’t affect the value of his happiness from a universal point of view; so the interests of posterity must concern a utilitarian as much as those of his contemporaries—except in that the effect of his actions on the lives and even the existence of posterity must be more uncertain.
- Henry Sidgwick, The Methods of Ethics, livro 4, capítulo 1, seção 2 (7ª ed., 1907)