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Alterações

Sem alteração do tamanho, 10h52min de 25 de setembro de 2009
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sem resumo de edição
 
*"Velho. É o que sou. Quero tudo e nada quero. Posso? Permites-me tal ousadia? Subir a mais alta montanha, conhecer o algures e o nenhures; tocar o fundo de todos os mares e deitar-me com as estrelas e correr como o vento."
 
*"Ah, esses… Não me entendem. Há-os que sim, que sabem quem fui, que ainda acreditam em muito do que sou e que me invejam pelas praias brancas como a neve e os leões. Mas os outros, a maioria, esses não. Porque para eles acabei, sou um livro cerrado a sete chaves. Imaginas? Um livro poeirento, bafiento, fechado; depositado numa velha caixa de cartão, fechada; esquecida num baú de madeira carcomida, fechado; abandonado num velho sótão fechado onde jazem aranhas de teias; parte de uma triste e quieta casa de escadas que já ninguém se aventura a galgar e fechada. Assim me vêem."
 
*"'Sim, você deveria ter trazido muitas coisas', pensou. 'Mas não as trouxe, velho. Agora não é o momento de pensar naquilo que você não tem. Pense antes no que pode fazer com aquilo que tem.'"
 
*"É sempre assim. Morre-se. Não se compreende nada. Nunca se tem tempo de aprender. Envolvem-nos no jogo. Ensinam-nos as regras e à primeira falta matam-nos"
 
*"Gosto de ouvir. Aprendi muita coisa por ouvir cuidadosamente. A maioria das pessoas nunca ouve."
 
*"Um homem inteligente é por vezes forçado a embebedar-se ou a isolar-se para conseguir aguentar os idiotas com que se vai cruzando todos os dias.”
 
*"Se você obtém sucesso, terá sido sempre pelas razões erradas. Se você se torna popular, será sempre pelos piores aspectos do seu trabalho."
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