Diferenças entre edições de "Raça"

62 bytes adicionados ,  01h11min de 25 de agosto de 2009
m
sem resumo de edição
m (tradução equivocada)
m
 
* "Diante dessa [[sociedade]] que se tornou estranha a sí mesma, temos dois tipos de rebeliões em todos os países. Por um lado, as pessoas culturalmente equipadas para assumir sua autonomia, elas exigem do [[poder]] do [[estado]] e do [[dinheiro]] a criação de espaços de [[solidariedade]] autogerida, por outro lado, temos a reação regressiva daqueles que gostariam de reencontrar a segurança de uma ordem pré-moderna, estável, hierarquizada, fortemente integradora, na qual, desde o nascimento, cada um tem seu lugar garantido e determinado pelo fato de pertencer a sua [[nação]] ou [[raça]]".
:- ''[[André Gorz]], citado em "Cultura vozes" - Página 119, Editora Vozes, 1998''
 
*"O [[nazismo]] é uma consequência venenosa, verdadeiramente uma hiper-consequência do romantismo alemão (ver [[w:Sturm und Drang|Sturm und Drang]]). O romantismo é tão culpado ou inocente perante o [[nazismo]] como o [[Cristianismo]] perante a Inquisição. O romantismo alemão faz do nazismo uma ocorrência especificamente alemã e distingue-o do [[fascismo]] e do [[bolchevismo]]. O [[nazismo]] encontra o seu maior exponente no "problema da [[raça]]" e este por seu lugar destaca-se na "questão judaica". A questão judaica significa para o nazismo o centro de gravidade e sua quintessência".