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[[w:Marguerite Yourcenar|'''Marguerite Yourcenar''']], ''pseudônimo de '''Marguerite Cleenewerck de Crayencour''' (8 de junho de 1903, Bruxelas, Bélgica - 17 de dezembro de 1987, Mount Desert Island, Maine, EUA) foi uma escritora belga de língua francesa. ''
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__TOC__
 
*"Debitada em fatias cuidadosamente embaladas em papel celofane num supermercado, ou conservada em lata, a carne do animal deixa de ser sentida como tendo sido viva. Atrevemo-nos a dizer que os nossos talhos, donde pendem nuns ganchos animais que ainda á pouco sangravam – e de tal modo atrozes para quem não está habituado a eles que alguns dos meus amigos estrangeiros mudam de passeio, em Paris, ao vê-los de longe -, talvez sejam um bem, enquanto testemunhos visáveis da violência feita pelo homem ao animal".
 
* "A condição das mulheres é determinada por estranhos costumes: elas são ao mesmo tempo dominadas e protegidas, fracas e poderosas, excessivamente desprezadas e excessivamente respeitadas".
 
* "A liberdade das mulheres de hoje, maior ou pelo menos mais visível do que a dos tempos antigos, não passa de um dos aspectos da vida mais fácil das épocas prósperas; os princípios e mesmo os preconceitos não foram seriamente atingidos".
 
* "Adaptar-me-ia dificilmente a um mundo sem livros, mas a realidade não está ali porque eles não a contêm toda inteira".
 
* "Desprezar as alegrias do povo é insultá-lo".
 
* "É um erro ter razão cedo demais".
 
* "Julgamo-nos puros enquanto desprezamos o que não desejamos".
 
* "Não estou certo de que a descoberta do amor seja necessariamente mais deliciosa do que a da poesia".
 
* "No conjunto, é somente por orgulho, por ignorância grosseira, por covardia, que nos recusamos a ver, no presente, lineamentos das épocas que virão".
 
* "O homem mais tenebroso tem seus momentos iluminados: tal assassino toca flauta; tal feitor é talvez um bom filho. Existem poucos a quem não se possa ensinar alguma coisa. O erro é tentar encontrar neles virtudes que não têm, neglicenciando as que possui".
 
* "O que nos tranqüiliza no sono é a certeza de que dele retornamos. E ele nos cura temporariamente da fadiga pelo mais radical dos processos, isto é, arranjando para que cessemos de existir durante algumas horas".
 
* "O triunfo não assenta senão aos mortos. Aos vivos, há sempre alguém para censurar-lhes as fraquezas".
 
* "O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos: minhas primeiras pátrias foram os livros. Em menor escala, as escolas".
 
* "Quanto amargor fermenta-se no fundo da doçura, quanto desespero esconde-se na abnegação e quanto ódio mistura-se ao amor".
 
* "Tentemos, se pudermos, penetrar na morte de olhos abertos".
 
* "Todo livro reeditado deve alguma coisa às pessoas honestas que o leram".
 
* "Todo prazer sentido com gosto parece-me casto".
 
* "O nosso verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar de inteligência sobre nós próprios".
 
==Obras==
===Memórias de Adriano===
*“Minha estima por Conrad diminuiu com isso, até o dia que compreendi que fazer de Sofia uma Mata Hari de filme ou de romance popular era talvez para meu amigo uma maneira ingênua de glorificar a irmã, de emprestar ao seu rotos de grandes olhos vivos a beleza comovente que sua cegueira de irmão não lhe permitira reconhecer até então.”
 
==Atribuídas==
 
{{sem fontes}}
 
*"Debitada em fatias cuidadosamente embaladas em papel celofane num supermercado, ou conservada em lata, a carne do animal deixa de ser sentida como tendo sido viva. Atrevemo-nos a dizer que os nossos talhos, donde pendem nuns ganchos animais que ainda á pouco sangravam – e de tal modo atrozes para quem não está habituado a eles que alguns dos meus amigos estrangeiros mudam de passeio, em Paris, ao vê-los de longe -, talvez sejam um bem, enquanto testemunhos visáveis da violência feita pelo homem ao animal".
 
* "A condição das mulheres é determinada por estranhos costumes: elas são ao mesmo tempo dominadas e protegidas, fracas e poderosas, excessivamente desprezadas e excessivamente respeitadas".
 
* "A liberdade das mulheres de hoje, maior ou pelo menos mais visível do que a dos tempos antigos, não passa de um dos aspectos da vida mais fácil das épocas prósperas; os princípios e mesmo os preconceitos não foram seriamente atingidos".
 
* "Adaptar-me-ia dificilmente a um mundo sem livros, mas a realidade não está ali porque eles não a contêm toda inteira".
 
* "Desprezar as alegrias do povo é insultá-lo".
 
* "É um erro ter razão cedo demais".
 
* "Julgamo-nos puros enquanto desprezamos o que não desejamos".
 
* "Não estou certo de que a descoberta do amor seja necessariamente mais deliciosa do que a da poesia".
 
* "No conjunto, é somente por orgulho, por ignorância grosseira, por covardia, que nos recusamos a ver, no presente, lineamentos das épocas que virão".
 
* "O homem mais tenebroso tem seus momentos iluminados: tal assassino toca flauta; tal feitor é talvez um bom filho. Existem poucos a quem não se possa ensinar alguma coisa. O erro é tentar encontrar neles virtudes que não têm, neglicenciando as que possui".
 
* "O que nos tranqüiliza no sono é a certeza de que dele retornamos. E ele nos cura temporariamente da fadiga pelo mais radical dos processos, isto é, arranjando para que cessemos de existir durante algumas horas".
 
* "O triunfo não assenta senão aos mortos. Aos vivos, há sempre alguém para censurar-lhes as fraquezas".
 
* "O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos: minhas primeiras pátrias foram os livros. Em menor escala, as escolas".
 
* "Quanto amargor fermenta-se no fundo da doçura, quanto desespero esconde-se na abnegação e quanto ódio mistura-se ao amor".
 
* "Tentemos, se pudermos, penetrar na morte de olhos abertos".
 
* "Todo livro reeditado deve alguma coisa às pessoas honestas que o leram".
 
* "Todo prazer sentido com gosto parece-me casto".
 
* "O nosso verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar de inteligência sobre nós próprios".
 
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[[Categoria:Pessoas]]
[[Categoria:escritores da Bélgica]]
[[Categoria:Escritores]]
 
[[bs:Marguerite Yourcenar]]