Diferenças entre edições de "Roger Waters"

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sem resumo de edição
:Roger Waters, Junho de 1987, a Chris Salewicz
 
* "Está bem equilibrado e bem construído, dinâmica e musicalmente e eu acho que o humanismo apresentado é bastante apelativo. É satisfatório. Penso também que é o primeiro álbum deste género. As pessoas citam muitas vezes S F Sorrow dos The Pretty Things de serem de um molde similar - foram feitos no mesmo estúdio e sensivelmente na mesma altura - mas eu penso que terá sido provavelmente o primeiro completamente coerente que foi feito. Um concept album, mate! Sempre pensei que teria um êxito extraordinário. Tive o mesmo precentimento em relação a The Wall. [...] mas claro, "Dark side of the moon" acabou com os Pink Floyd de uma vez por todas. Ter tanto sucesso é o objectivo de qualquer grupo e quando o atingimos, é o fim. No meu ponto de vista, eu acho que os Pink Floyd acabaram há tanto tempo como isso. In hindsight,"
:Roger Waters - Junho de 1987, com Chris Salewicz, sobre o álbum The Dark Side of the Moon
 
 
*“ Em 1980 quando terminámos em Nova Iorque, Larry Maggid, um promotor de Philadelphia […] ofereceu-nos 1 milhão de dólares por espectáculo, mais despesas, para fazermos dois concertos de “The Wall”no JFK Stadium [...] e eu recusei. Tive que voltar a explicar tudo aos outros membros do grupo. Disse-lhes que deviam ter lido as explicações do que “The Wall significava para mim”. Disse-lhe que já passavam três anos desde que tínhamos tocado num estádio e que tinha jurado nunca mais voltar a fazê-lo; disse que “The Wall” perdia a chama completamente, tocado num estádio, e que nem o público nem a banda nem ninguém conseguiam aproveitar alguma coisa que valesse a pena e que por isso não ia fazê-lo”
:Roger Waters – Junho de 1987, a Chris Salewicz, sobre o álbum The Wall
 
* “ Talvez a minha aprendizagem de arquitectura me tivesse ajudado a ver os meus sentimentos de alienação perante o público do rock’n’roll, o que foi o ponto de partida para “The Wall”. O facto de ter encarnado uma narrativa autobiográfica era como que secundário à questão principal, que era uma afirmação teatral na qual eu dizia: Isto não é horrível? Aqui estou eu em cima do palco e vocês estão aí em baixo, não é horrível? Que porra é que nós estamos aqui a fazer?
 
- Roger Waters - Junho de 1987, a Chris Salewicz, sobre o álbum The Wall
 
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