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*"Todo [[homem]] tem o [[direito]] de pensar. Por que Deus daria asas aos pássaros para fazer do vôo um crime? Por que Ele me daria um cérebro e faria do pensamento um crime?”
:- '' em discurso sobre a Intolerância Religiosa apresentado em Pittsburgh no dia 14 de outubro de 1879''
 
==Porque sou agnóstico==
* "Herdamos a maior parte de nossas opiniões. Somos herdeiros de hábitos e costumes mentais. Nossas crenças, assim como o estilo de nossas roupas, dependem do local em que nascemos. Somos moldados e formados pelo ambiente que nos circunda.O ambiente é um escultor – um pintor."
 
* "O homem não é capaz de permanecer imutável. A mente não pode ser ancorada. Se não avançarmos, vamos retroceder. Se não crescermos, vamos definhar. Se não nos desenvolvermos, vamos atrofiar."
 
* "Deus não recompensava os homens pela sua honestidade, sua generosidade, sua coragem, mas simplesmente pela sua fé. Sem fé, todas as chamadas virtudes convertiam-se em pecado. Todos os homens que praticassem tais virtudes sem fé mereciam sofrer o suplício eterno."
 
* "Para mim parece impossível a um homem civilizado amar, adorar ou respeitar o Deus do Velho Testamento. Um indivíduo realmente civilizado deve tratar tal Deus com repugnância e desprezo."
 
* "Em verdade, o Novo Testamento é incalculavelmente pior que o Velho. No Velho não há a punição eterna. Jeová não tinha prisões nem chamas perpétuas. Seu ódio cessava com a morte. Sua sede de vingança saciava-se com a morte do inimigo."
 
* "Tudo que a [[humanidade]] sofreu com as [[guerra]]s, com a [[pobreza]], com a pestilência, com a [[fome]], com o [[fogo]] e com o [[dilúvio]], todo o pavor e toda a [[dor]] de todas as [[doença]]s e de todas as [[morte]]s – tudo isso se reduz a nada quando posto lado a lado com as agonias que se destinam às almas perdidas. Este é o consolo da religião cristã. Esta é a justiça de Deus – a [[misericórdia]] de [[Cristo]]. Este dogma aterrorizante, esta mentira infinita: foi isto que me tornou um implacável [[inimigo]] do [[cristianismo]]. A [[verdade]] é que a [[crença]] na danação eterna tem sido o verdadeiro perseguidor. Fundou a Inquisição, forjou as correntes e construiu instrumentos de [[tortura]]. Obscureceu a [[vida]] de muitos milhões. Tornou o berço tão terrível quanto o caixão. Escravizou nações e derramou o [[sangue]] de incontáveis milhares. Sacrificou os melhores, os mais sábios, os mais bravos. Subverteu a noção de justiça, derriscou a compaixão dos corações, transformou homens em demônios e baniu a razão dos cérebros. Como uma serpente peçonhenta, rasteja, sussurra e se insinua em toda crença ortodoxa. Transforma o homem numa eterna vítima e [[Deus]] num eterno demônio. É o horror infinito. Cada igreja em que se ensina esta idéia é uma maldição pública. Todo pregador que a difunde é um inimigo da humanidade. Em vão se procuraria uma selvageria mais ignóbil que este dogma cristão. Representa a maldade, o ódio e a vingança sem fim. Nada poderia tornar o inferno pior, exceto a presença de seu criador, Deus. Enquanto estiver vivo, enquanto estiver respirando, negarei esta mentira infinita com toda minha força, a odiarei com cada gota de meu sangue."
 
* "Nada me da mais prazer que a consciência de que a crença na punição eterna está se desvanecendo a cada dia, que milhares de ministros se envergonham dela. Alegra-me saber que os cristãos estão se tornando compassivos, tão compassivos que as chamas do inferno estão extenuando-se – enfraquecidas, abafadas pelas cinzas, destinadas a morrer definitivamente em poucos anos."
 
* "A principio simplesmente negaram os fatos; em seguida os banalizaram; depois os harmonizaram; e finalmente negaram tê-los negado. Então mudaram o significado do livro “inspirado” a fim de torná-lo compatível aos fatos. Primeiro disseram que se os fatos, conforme alegados, eram verdadeiros, então a Bíblia era falsa e o próprio cristianismo uma superstição. Posteriormente disseram que os fatos, conforme alegados, eram verdadeiros, e que estabeleciam acima de quaisquer dúvidas a inspiração da Bíblia e a origem divina da religião ortodoxa. Tudo que não puderam driblar, engoliram. Tudo que não puderam engolir, driblaram."
 
*"Se um [[Deus]] bondoso e infinitamente poderoso governa este [[mundo]], como podemos justificar os ciclones, os terremotos, a pestilência e a fome? Como podemos justificar o câncer, os micróbios, a difteria e milhares de outras doenças que atacam durante a infância? Como podemos justificar as bestas selvagens que devoram seres humanos e as serpentes cujas mordidas são letais? Como podemos justificar um mundo onde a vida alimenta-se da vida? Será que os bicos, garras, dentes e presas foram inventados e produzidos pela infinita misericórdia? A bondade infinita deu asas às águias para que suas presas fugazes pudessem ser arrebatadas? A bondade infinita criou os animais de rapina com a intenção de que eles devorassem os fracos e os desamparados? A bondade infinita criou as inumeráveis criaturas inúteis que se reproduzem dentro de outros seres e se alimentam de sua carne? A sabedoria infinita produziu intencionalmente os seres microscópicos que se alimentam do nervo óptico? Pense na [[idéia]] de cegar um [[homem]] para satisfazer o apetite de um micróbio! Pense na vida alimentando-se da própria vida! Pense nas vítimas! Pense no Niagara de sangue derramando-se no precipício da crueldade!"
 
* "Desisti do Novo Testamento porque recompensa a credulidade e amaldiçoa os homens corajosos e honestos, porque ensina o horror infinito da dor eterna."
 
* "Voltaire acendeu a tocha e passou aos outros a chama sagrada – cuja luz ainda brilha, e continuará brilhando enquanto o homem amar a liberdade e buscar a verdade."
 
* "Sei que a vida é boa. Lembro-me da luz do Sol e da chuva, mas então penso nos terremotos e nas inundações. Não esqueço da saúde e da colheita, do lar e do amor, mas o que dizer da pestilência e da fome? Não consigo harmonizar todas essas contradições, essa mescla de bênçãos e agonias, com a existência de um Deus infinitamente bondoso, sábio e poderoso."
 
* "O teólogo diz que Deus governa os ventos, as chuvas e os raios. Então o que dizer dos ciclones, das inundações, das secas e dos fulgurantes relâmpagos que matam?"
 
* "Conceber tal ser é tão impraticável quando imaginar um triângulo quadrado ou um círculo sem diâmetro. Ainda assim nos dizem que temos o dever de amar a Deus. Podemos amar o desconhecido, o inconcebível? É possível que o amor surja por obrigação? É nosso dever agir com justeza, com honestidade, mas amar não pode ser imposto como dever. É impossível obrigar alguém a admirar um quadro, a encantar-se com um poema ou a emocionar-se com uma música. A admiração não pode ser controlada. O amor e o gosto não estão sujeitos à vontade. O amor é necessariamente livre, surge do coração como o perfume de uma flor."
 
* "Sejamos honestos para conosco, honestos para com os fatos que conhecemos; e, acima de tudo, preservemos a veracidade de nossas almas. Mesmo se deuses existirem, não temos como ajudá-los, mas temos como ajudar nosso semelhante. Não podemos amar o inconcebível, mas podemos amar nossas esposas, nossos filhos e nossos amigos."
 
* "Podemos ser honestos quanto à nossa ignorância. Se formos, quando questionados sobre o que há além do horizonte do conhecimento, devemos dizer que não sabemos; podemos dizer a verdade, e desfrutar da abençoada liberdade conquistada pelos bravos; podemos destruir os monstros da superstição, as serpentes ciciantes da ignorância e do medo; podemos expulsar de nossas mentes as aterrorizantes presas que rasgam e ferem; podemos civilizar nossos semelhantes; podemos preencher nossas vidas com ações generosas, com palavras amorosas, com arte, com música e com todo o arroubo do amor; podemos inundar nossa existência com o brilho do Sol, com o divino clima da bondade; e podemos beber até a última gota do cálice dourado da felicidade."
 
==Atribuídas==
{{carece de fontes}}
 
*"Tudo que a [[humanidade]] sofreu com as [[guerra]]s, com a [[pobreza]], com a pestilência, com a [[fome]], com o [[fogo]] e com o [[dilúvio]], todo o pavor e toda a [[dor]] de todas as [[doença]]s e de todas as [[morte]]s – tudo isso se reduz a nada quando posto lado a lado com as agonias que se destinam às almas perdidas. Este é o consolo da religião cristã. Esta é a justiça de Deus – a [[misericórdia]] de [[Cristo]]. Este dogma aterrorizante, esta mentira infinita: foi isto que me tornou um implacável [[inimigo]] do [[cristianismo]]. A [[verdade]] é que a [[crença]] na danação eterna tem sido o verdadeiro perseguidor. Fundou a Inquisição, forjou as correntes e construiu instrumentos de [[tortura]]. Obscureceu a [[vida]] de muitos milhões. Tornou o berço tão terrível quanto o caixão. Escravizou nações e derramou o [[sangue]] de incontáveis milhares. Sacrificou os melhores, os mais sábios, os mais bravos. Subverteu a noção de justiça, derriscou a compaixão dos corações, transformou homens em demônios e baniu a razão dos cérebros. Como uma serpente peçonhenta, rasteja, sussurra e se insinua em toda crença ortodoxa. Transforma o homem numa eterna vítima e [[Deus]] num eterno demônio. É o horror infinito. Cada igreja em que se ensina esta idéia é uma maldição pública. Todo pregador que a difunde é um inimigo da humanidade. Em vão se procuraria uma selvageria mais ignóbil que este dogma cristão. Representa a maldade, o ódio e a vingança sem fim. Nada poderia tornar o inferno pior, exceto a presença de seu criador, Deus. Enquanto estiver vivo, enquanto estiver respirando, negarei esta mentira infinita com toda minha força, a odiarei com cada gota de meu sangue."
 
*"Por que devo permitir que me diga como criar meus [[filho]]s o mesmo deus que teve que afogar os dele?"
 
*"A [[religião]] nunca será capaz de reformar a humanidade porque religião é uma [[escravidão]]."
 
*"Se um [[Deus]] bondoso e infinitamente poderoso governa este [[mundo]], como podemos justificar os ciclones, os terremotos, a pestilência e a fome? Como podemos justificar o câncer, os micróbios, a difteria e milhares de outras doenças que atacam durante a infância? Como podemos justificar as bestas selvagens que devoram seres humanos e as serpentes cujas mordidas são letais? Como podemos justificar um mundo onde a vida alimenta-se da vida? Será que os bicos, garras, dentes e presas foram inventados e produzidos pela infinita misericórdia? A bondade infinita deu asas às águias para que suas presas fugazes pudessem ser arrebatadas? A bondade infinita criou os animais de rapina com a intenção de que eles devorassem os fracos e os desamparados? A bondade infinita criou as inumeráveis criaturas inúteis que se reproduzem dentro de outros seres e se alimentam de sua carne? A sabedoria infinita produziu intencionalmente os seres microscópicos que se alimentam do nervo óptico? Pense na [[idéia]] de cegar um [[homem]] para satisfazer o apetite de um micróbio! Pense na vida alimentando-se da própria vida! Pense nas vítimas! Pense no Niagara de sangue derramando-se no precipício da crueldade!"
 
*"Não acredito em nenhum deus, em nenhuma [[religião]]. Mas eu tenho um credo: sejamos felizes e façamos aos outros felizes. Não é muita coisa mas é o suficiente para esta vida. Se houver outra vida, ao lá chegarmos pensaremos em alguma lei apropriada"
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