Diferenças entre edições de "Louis Riboulet"

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'''[[w:Louis Riboulet|Louis Riboulet]]''' ''([[1871]]-[[1944]]) foi um pedagogo francês, autor do livro '''[[w:Rumo à Cultura|Rumo à Cultura]]''' (titulo original: ''Conseils sur le Travail Intellectuel'').''
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*"Desde a mais tenra infância, [[Tomás de Aquino]] deixava de chorar quando se lhe apresentavam livros e manuscritos. [[Erasmo de Roterdão|Erasmo]] dizia na juventude: ''Quando tiver dinheiro, comprarei primeiro livros, em seguida roupas''. Luís Veuillot antes mesmo de saber ler experimentava grande alegria quando era presenteado com livros. Consagrou os primeiros e magros recursos à compra dos autores clássicos nos alfarrabistas. Mais tarde quantas horas deliciosas não passou no cais do Sena, folheando livros curiosos! (...) O Cardeal Guibert tinha também desde a juventude, em grau extraordinário, o amor aos livros. De família pobre, saboreava aqueles que lhe emprestavam, esperando algum dia realizar o seu sonho: comprá-los por conta própria." (''Idem'', p.67).
 
 
;Sobre Riboulet
 
*"Em atendimento ao solicitado por Marluce Arruda Câmara Diniz, declaro que, das obras didáticas ou literárias por mim compulsadas, três delas chamaram-me a atenção: ''Rumo à Cultura'' de Louis Riboulet; ''A Civilização Grega'', de André Bonnard e ''A Epopéia do pensamento Ocidental'', de Richard Tarnas, por ordem cronológica de leitura. O primeiro deles, ''Rumo à Cultura'', encanta pela pedagogia ali exposta; pedagogia para educação do corpo e da alma, principalmente desta última. Trata-se de um livro voltado para a educação espiritual, ministrando aos jovens o verdadeiro caminho da felicidade. É um compêndio escrito para a mocidade. Tem ele um conteúdo especial: ensina a aquisição da Cultura Intelectual, indicando os passo certos e a disciplina de como alcançar essa finalidade. Obra escrita para essa riqueza humana, indicando quais as boas leituras e, de conseqüência, o seu aprendizado. Não há livro melhor para educar o espírito, como, também, destinado à educação sadia dos sentimentos" (Jurandyr Navarro, escritor, acadêmico e ex-presidente da Fundação Cultural Padre João Maria).
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