Diferenças entre edições de "Olavo de Carvalho"

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[[w:Olavo de Carvalho|'''Olavo Luiz Pimentel de Carvalho''']] ''(Campinas, [[São Paulo]], Brasil, [[29 de abril]] de [[1947]]) é um [[escritor]], [[jornalista]] e filósofo [[brasil]]eiro.''
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* "Não sou maçom nem antimaçom, mas de uma coisa estou absolutamente seguro: Na política brasileira, nada se fará sem o apoio de uma parte da Maçonaria e a hostilidade da outra parte".
: - ''Em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/1024307781054629/'' — 16 de maio de 2018
 
* "O brasileiro de hoje em dia é aquele sujeito valente que teme olhares e caretas como se fossem balas de canhão, que enfia o rabo entre as pernas à simples ideia de que falem mal dele, que troca a honra e a liberdade por um olhar de simpatia paternal de quem o despreza."
::- ''noNo artigo [http://www.ilhacap.com.br/edicao_agosto11/ArtigoPerguntasProibidas-ago11.html Perguntas Proibidas],'' — agosto de [[2011]]
 
* "Parem de puxar saco de policiais e militares. Farda não santifica ninguém:"
: - '' Tweet: https://twitter.com/opropriolavo/status/1371295618514223106 (15 de maro de 2021)''
 
*"Eu quis que uma direita existisse, o que não quer dizer que eu pertença a ela. Fui o parteiro dela, mas o parteiro não nasce com o bebê."<ref name="BBC>Fellet, João (15 de dezembro de 2016). [https://www.bbc.com/portuguese/brasil-38282897 «Olavo de Carvalho, o 'parteiro' da nova direita que diz ter dado à luz flores e lacraias»]. BBC News Brasil</ref>
*"No fim, conquistaram tudo: os partidos políticos um por um, eliminaram todas as opções possíveis através de denúncias de corrupção, queimaram milhares de reputações, ficaram sozinhos no meio do campo e conquistaram a cereja do bolo, a Presidência da República."<ref name="BBC" />
:- ''Sobre a esquerda brasileira.''
 
* "Todo judeu que está contra a mudança da capital de Israel para Jerusalém é, na mais branda das hipóteses, um traidor filho da puta".
:- ''Em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/937545369730871'' &mdash; 8 de dezembro de 2017
 
* "Se você é católico anti-semita, então, por favor, torne-se também gay, pois assim cumprirá sua obrigação de tomar no cu".
:- ''Em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/954099748075433'' &mdash; 8 de janeiro de 2018
 
* "Ser anti-sionista antes da II Guerra era uma opinião política como outra qualquer. Depois, virou sacanagem".
:- ''Em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/956126331206108'' &mdash; 12 de janeiro de 2018
 
* "Não sou maçom nem antimaçom, mas de uma coisa estou absolutamente seguro: Na política brasileira, nada se fará sem o apoio de uma parte da Maçonaria e a hostilidade da outra parte".
: - ''Em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/1024307781054629/'' &mdash; 16 de maio de 2018
 
* "Não creio que seja correto e justo chamar de "sionista" o grupo de judeus bilionários aliados ao globalismo. Eles são inimigos de Israel."
:- ''Em sua conta no Twitter: https://twitter.com/opropriolavo/status/1159087932642340864'' &mdash; 7 de agosto de 2019
 
* "Parem de puxar saco de policiais e militares. Farda não santifica ninguém:"
: - ''Em Tweetsua conta no Twitter: https://twitter.com/opropriolavo/status/1371295618514223106'' &mdash; (15 de maro de 2021)''
 
*"Já expliquei, aparentemente em vão, que a "[[liberdade]]" não é, logicamente, um princípio universal de aplicação óbvia e improblemática como a igualdade perante a lei ou a proibição do falso testemunho, e sim apenas uma conveniência prática que deve ser administrada com prudência, já que, como toda conveniência prática, inclui em si sua própria limitação e, estendida sem critério, se perverte automaticamente numa rede de limitações chamadas ironicamente de "liberdade". Essa advertência torna-se ainda mais importante no caso da "liberdade religiosa" -- uma bolha de sabão verbal que estoura no ar à primeira tentativa de levá-la à prática. Estudei Hegel o suficiente para entender que ele tem razão ao dizer que todo preceito particular tomado como universal se converte automaticamente no seu oposto tão logo sai do papel para a realidade. Apenas, não vejo como explicar isso a nenhum político, militante ou eleitor apaixonado pelos "valores ideais" que imagina defender. O destino deles é sentar na própria pica pelos séculos dos séculos, sem conseguir jamais tirar a menor conclusão da experiência.
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