Diferenças entre edições de "Islamismo"

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* A Igreja olha também com estima para os muçulmanos. Adoram eles o Deus Único, vivo e subsistente, misericordioso e omnipotente, criador do céu e da terra, que falou aos homens e a cujos decretos, mesmo ocultos, procuram submeter-se de todo o coração, como a Deus se submeteu Abraão, que a fé islâmica de bom grado evoca. Embora sem o reconhecerem como Deus, veneram Jesus como profeta, e honram Maria, sua mãe virginal, à qual por vezes invocam devotamente. Esperam pelo dia do juízo, no qual Deus remunerará todos os homens, uma vez ressuscitados. Têm, por isso, em apreço a vida moral e prestam culto a Deus, sobretudo com a oração, a esmola e o jejum.
:- [[w:Paulo VI|Papa Paulo VI]], ''[http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_decl_19651028_nostra-aetate_po.html Declaração Nostra Aetate sobre as Relações da Igreja com as Religiões Não-Cristãs]'', Roma, 28 de Outubro de 1965.
 
* “Eu acredito em Um Deus e Muhammad é o Apóstolo de Deus”, é a pregação simples e invariável do Islã. A imagem intelectual da Deidade nunca foi degradada por qualquer ídolo visível; as honras do Profeta nunca transgrediram a virtude humana; e seus preceitos da vida moderaram a gratidão de seus discípulos dentro dos limites da razão e da religião “.
:- [[Edward Gibbon]] e Simon Ockley, ''History of the Saracen Empire'', Londres, 1870, página 54.
 
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