Diferenças entre edições de "David Hume"

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Acréscimo de (caracteres) citações e máximas; algumas correções à edição anterior.
(Acréscimo de máximas e citações)
(Acréscimo de (caracteres) citações e máximas; algumas correções à edição anterior.)
 
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:* "Por conseguinte, se quiséssemos chegar a uma conclusão satisfatória quanto à natureza daquela evidencia que nos assegura das questões de fato, temo-nos de perguntar como chegamos ao conhecimento da causa e do efeito."
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:- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Dúvidas do Ceticismo sobre as operações do Entendimento, página 39, quinto parágrafo. Editora Lafonte''
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* "[...]Nenhum objeto revela pelas qualidades que aparecem aos sentidos, nem as causas que o produziram, nem os efeitos que surgem dele, nem pode nossa razão, sem a assistência da experiência, sacar inferência alguma da existência real e das questões de fato."
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Dúvidas do Ceticismo sobre as operações do Entendimento, página 39, sexto parágrafo. Editora Lafonte''
 
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* [...] A mente nunca pode encontrar o efeito na suposta causa pelo escrutínio ou exame mais rigoroso, pois o efeito é totalmente diferente da causa e, em consequência, não pode ser descoberto nele.
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Da Liberdade e da necessidade, décimo primeiro parágrafo (parte 2), página 109. Editora Lafonte<br />''{{iluminismo}}
 
* "Todos os nossos raciocínios a propósito das questões de fato se fundam numa espécie de analogia que nos faz esperar de uma causa os mesmos eventos que temos visto resultar de causas semelhantes. Se as causas são totalmente semelhantes, a analogia é perfeita e a inferência, tiradas delas, é considerada segura e conclusiva; [...] Mas, se os objetos não possuem uma semelhança tão rigorosa, a analogia é menos conclusiva, embora conserve alguma força em proporção ao grau de semelhança.[...]"
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Da Razão dos Animais, primeiro parágrafo, página 112. Editora Lafonte''
 
* "Em primeiro lugar, parece mais evidente que os animais, como os homens, apreendem muitas coisas da experiência e inferem que os mesmos eventos resultarão das mesmas causas.[...]
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano;'' Da Razão dos Animais, segundo parágrafo, página 112. Editora Lafonte
 
<br />
 
* "Isso é ainda mais evidente se considerarem os efeitos da adestração e da educação sobre os animais, aos quais mediante a aplicação adequada de castigos e recompensas, se pode ensinar a efetuar qualquer classe de atividade, inclusive as mais contrárias aos seus instintos e inclinações naturais[...]"
 
 
''- Investigação sobre o entendimento Humano; Da Razão dos Animais, terceiro parágrafo, página 112. Editora Lafonte''
 
<br />
 
* "Mas, embora os animais extraiam da observação grande parte de seus conhecimentos, há também outras partes decorrentes do poder original da natureza, superando em muito a porção de capacidade que têm em ocasiões ordinárias e que eles aperfeiçoam, pouco ou nada, mediante grande pratica e experiência."
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Da Razão dos Animais, sexta parágrafo, página 114 e 115. Editora Lafonte''
 
<br />
 
* "[...] ninguém pode pois depositar, em relação aos seus testemunhos, a mesma confiança que tem em relação ao objeto imediato de seus sentidos.[...]" 
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano;''Dos Milagres, primeiro parágrafo, página 117. Editora Lafonte
 
<br />
 
* "Embora a experiência seja o nosso único guia no raciocínio sobre as questões de fato, deve reconhecer-se que esta guia não é totalmente infalível e que, em alguns casos pode conduzir-nos ao erro[...]"
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano;''Dos milagres, terceiro parágrafo, página 118. Editora Lafonte
 
<br />
 
* "Um homem sábio, portanto, torna sua crença proporcional à evidência.[..] Toda a probabilidade, portanto, supõe uma uma oposição de experiências e de observações, na qual um dos lados sobrepuja o outro é produz um grau de evidência proporcional à superioridade. [...] Em todos os casos, devemos contrabalançar as experiências opostas, se são opostas, e subtrair os números dos maiores a fim de conhecer a força exata da evidência superior."
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano;'' Dos milagres, quarto parágrafo, página 119
 
<br />
 
* "Um milagre é uma violação das leis da natureza [...] Nada é considerado um milagre se ocorre no curso normal da natureza[...]"
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Dos Milagres, décimo segundo parágrafo, página 122. Editora Lafonte''
 
<br />
 
* "[...] O princípio que geralmente nos orienta em nossos raciocínios estipula que os objetos dos quais não temos nenhuma experiência se assemelham àqueles de que temos experiência; que o que temos visto é sempre o mais provável; e que, se houver oposição de argumentos, devemos dar preferência aos que se fundam sobre maior número de experiências passadas. Porquanto, procedendo segundo esta regra, rejeitamos rapidamente um fato raro e inacreditável em escala ordinária; ao avançar mais, contudo, a mente nem sempre respeita a mesma regra; admitindo apressadamente, ao contrário, algo que se afirma totalmente absurdo e miraculoso, em virtude da mesma circunstância que deveria destruir toda a sua autoridade.[...]
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano;'' Dos Milagres (parte 2), terceiro parágrafo. Editora Lafonte
 
<br />
 
* "A eloquência, no seu mais alto grau, sobrepuja a razão e a reflexão; mas como ela se dirige totalmente à fantasia ou aos afetos, cativa os ouvintes condescendentes e subjuga seu entendimento.[...]"
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Dos Milagres (parte 2), quinto parágrafo, página 125. Editora Lafonte''
 
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* "Os numerosos exemplos de milagres forjados, de profecias e de eventos sobrenaturais que, em todas as épocas, têm sido revelados por testemunhas que se opõem ou que retratam a si mesmos por seu absurdo, são provas suficientes da forte tendência humana para o extraordinário e o maravilhoso e deveriam razoavelmente engendrar suspeitas contra todos os relatos desse gênero. Pois esta é nossa maneira natural de pensar, inclusive em relação aos eventos mais comuns e críveis [...] O prazer de contar uma novidade tão interessante, de propogá-la e de ser o primeiro a informá-la invade a inteligência [...]"
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Dos Milagres (parte 2), sexto parágrafo, página 125. Editora Lafonte''
 
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* "Em resumo, portanto, parece que jamais qualquer espécie de testemunho a favor de um milagre tem chegado a ser provável, e muito menos uma prova; e que, mesmo supondo que chegasse a ser uma prova, seria oposta, por outra prova, derivada da própria natureza do fato que tentaria estabelecer. Porquanto, apenas a experiência confere autoridade ao testemunho humano, e é ainda a experiência que nos assegura a respeito das leis da natureza [...]"
 
 
- ''Investigação sobre o entendimento Humano; Dos Milagres (parte 2), vigésimo segundo parágrafo, página 134. Editora Lafonte''{{iluminismo}}
 
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