Diferenças entre edições de "Albert Einstein"

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Correções
(Adicionando frases com fontes e retirando as sem fontes (+ correções))
(Correções)
 
* "Jamais imputei à natureza um propósito ou um objetivo, nem nada que possa ser entendido como antropomórfico. O que vejo na Natureza é uma estrutura maravilhosa que só conseguimos compreender imperfeitamente, e isso deve preencher um ser humano pensante com um sentimento de humildade. Esse é um sentimento religioso genuíno que nada tem a ver com misticismo."
::Rascunho de uma resposta alemã a uma cartadacarta enviada a ele em 1954 ou 1955, em ''Albert Einstein, The Human Side: New Glimpses From His Archives'' (1979), de Helen Dukas e Banesh Hoffmann, página 39.
 
* "A tendência ao misticismo de nossa época, que se mostra especialmente no crescimento desenfreado das tais Teosofia e Espiritualismo, é, para mim, nada mais que um sintoma de fraqueza e confusão. Como nossas experiências internas consistem em reproduções e combinações de impressões sensoriais, o conceito de uma alma sem um corpo parece-me ser vazio e desprovido de sentido."
::Pronunciamento (5 de Fevereiro de 1921), em ''Albert Einstein, The Human Side: New Glimpses From His Archives'' (1979), de Helen Dukas e Banesh Hoffmann, página 40.
 
* "Não consigo conceber um deus que recompensa e pune suas criaturas ou que tem uma vontade como a nossa própria. Tampouco consigo nem quero conseguir conce-berconceber um indivíduo que sobrevive a sua morte física; deixe almas enfraquecidas pelo medo ou por um egoísmo absurdo alimentarem tais pensamentos. Estou satisfeito com o mistério da eternidade da vida e com a percepção e o vislumbre de uma estrutura maravilhosa do mundo existente, junto ao devoto esforço para compreender uma porção, quão mínima seja, da Razão que se manifesta na natureza."
::''European Civilization and Politics Since 1815'' (1938), por Erik Achorn, p. 723, e em seu obituário no The New York Times (19 de Abril de 1955).
 
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