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* “Então... eu não creio em [[Deus]]?! Quem te disse isto? Puseste-me na mesma roda dos singulares infelizes, que usam o [[ateísmo]] como usam de gravatas — por ''chic'', e para se darem ares de sábios... Não.” (carta a Coelho Neto, 22 nov. 1903)
* “...se as nações estrangeiras mandam cientistas ao [[Brasil]], que absurdo haverá de encarregar-se de idêntico objetivo um brasileiro?” (carta a José Veríssimo, 24 jun. 1904)
* “Num país em que toda a gente acomoda a sua vidinha num cantinho de secretaria, ou numa aposentadoria, eu estou, depois de haver trabalhado tanto, galhardamente, sem posição definida! Reivindico, assim, o belo título de último dos românticos, não já do Brasil apenas, mas do mundo todo, nestenestes tempos utilitários! Julgo, entretanto, que hei de arrepender-me muito, mais tarde, desta [[vaidade]]...” (carta a Oliveira Lima, 25 maio 1908)
* “Quem definirá um dia essa [[Maldade]] obscura e misteriosa das coisas, que inspirou aos gregos a concepção indecisa da Fatalidade?” (carta a Vicente de Carvalho, 10 fev. 1909)
* “Nostalgia e revolta: tu não imaginas como andam propícios os tempos a todas as mediocridades. Estamos no período hilariante dos grandes homens-pulhas, dos Pachecos empavesados e dos Acácios triunfantes. Nunca se berrou tão convictamente tanta asneira sob o sol! [...] É asfixiante! A atmosfera moral é magnífica para batráquios. Mas apaga o [[homem]]. [...].” (carta a Otaviano Vieira, 8 ago. 1909)
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