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7 bytes adicionados ,  23h15min de 14 de maio de 2014
====Capítulo 7====
 
*— Como queira, senhor—senhor — admitiu — desde que me permita vê-lo.
 
*— O que é que você esperava? — Úrsula suspirou. — O tempo passa.
:— É verdade — admitiu Aureliano — mas não tanto.
 
*Não sentiu medo nem saudade, mas uma raiva intestinal diante da ideia de que aquela morte artificiosa não lhe permitiria saber do final de tantas coisas que deixava sem terminar.
 
*— Diga uma coisa, compadre: por que você está brigando?
:— Por que há de ser, compadre. — respondeu o Coronel Gerineldo Márquez — pelo grande Partido Liberal.
pelo grande Partido Liberal.:— Feliz é você que sabe disso — respondeu ele. — Eu, de minha parte, só agora percebo que estou brigando por orgulho.
:— Isso é ruim — disse o Coronel Gerineldo Márquez.
percebo que estou brigando por orgulho.
— Isso é ruim — disse o Coronel Gerineldo Márquez.
 
*Prudencio Aguilar vinha duas vezes por dia conversar com ele. Falavam de galos. Prometiam fazer uma criação de animais magníficos, não tanto para desfrutar umas vitórias que no momento já não lhes fariam falta, mas para ter alguma coisa com que se distrair nos tediosos domingos da morte
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