Diferenças entre edições de "Carmen Miranda"

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:- ''Entrevista dada ao Diário de Notícias cinco dias antes de embarcar para os EUA -1939''
 
* “Coloco tempero brasileiro no gosto daquela boa gente (americanos)....Nos meus números não faltam nada: canela, pimenta, dendê, cominho...” {{carece de fontes}}
 
* “Tenho, às vezes, receio da [[responsabilidade]], mas na hora H, quando eu perguntar ao público ‘o que é que a baiana tem’, sinto que o calor da torcida dos meus amigos que me ouvem agora, me dará ânimo para responder com aquele ‘it’ que vocês sabem.” {{carece de fontes}}
 
* "Eu desmereço os artistas que dizem que não é preciso ganhar um [[prêmio]] para ter seu [[talento]] reconhecido. Se eu fosse uma verdadeira atriz (Sou apenas uma intérprete) eu daria tudo de mim para ganhar um Oscar, ainda mais sabendo que a Academia é uma instituição formada por pessoas que realmente entendem do assunto." {{carece de fontes}}
 
* "Eu escolhi meu anel de [[casamento]] pessado e grosso para ele durar para sempre. Mas exatamente por causa disso toda hora que eu e Dave temos uma discussão eu o sinto como uma algema, e no momento de raiva eu o jogo no [[lixo]]. Coitado do Dave, ele já comprou três aneis de casamento para mim!" {{carece de fontes}}
 
* "Nunca segui o que dizem que 'está na moda'. Acho que a [[mulher]] deve usar o que lhe cai bem. Por isso criei um estilo apropriado ao meu tipo e ao meu gênero artístico." {{carece de fontes}}
 
* "Gosto muito dos aplausos de uma plateia, seja esta qual for. Gosto de toda a gente e adoro as reuniões festivas. Vivo de [[alegria]]."
::- ''citada em Manchete - Página 82, Block Editores, 1989
 
* "Dizem que minhas [[mão]]s "falam". Não sei. Mas procuro transmitir o máximo através delas, nos movimentos e expressões rítmicas. E, ao contrário do que comentam, não comecei esse estilo para que os americanos me entendessem. Já no Brasil, quando cantei O Que é Que a Baiana Tem? no filme Banana da [[Terra]], eu usava as mãos como coreografia. Depois, aperfeiçoei mais os gestos para o cinema americano."
::- Carmen Miranda, citada em O ABC de Carmen Miranda - Página 64, Dulce Damasceno de Brito Consiglio - Companhia Editora Nacional, 1986, 125 páginas
 
* "'''Nasci em [[Portugal]], mas me criei no [[Brasil]] e, portanto, considero-me brasileira'''. O local do nascimento não importa, nem sequer o sangue. O que importa é o que os americanos chamam de "environment", a influência do país e dos costumes em que vivemos, se bem que sempre existe um grau de [[gratidão]] e [[fidelidade]] aos [[pai]]s que nos geraram. Da minha parte, sou mais carioca, mais sambista de [[favela]], mais carnavalesca do que cantora de fados. O [[sangue]] tem uma certa importância, mas só no temperamento, não na maneira de sentir as coisas."
::- ''citada em Convergência lusíada - Edições 21-22 - Página 100, Centro de Estudos do Real Gabinete Português de Leitura., 2005''
 
* "Eu nunca faria outro [[aborto]]. Arrependi-me o resto da [[vida]] por um que fiz. Acho que [[Deus]] me castigou depois, não me deixando completar a [[gravidez]] em [[1948]]. Durante anos sonhei com o [[bebê]] não nascido e nunca mais pude ter outro [[filho]]" {{carece de fontes}}
:-'' Carmem Mirando sobre o aborto que fez ainda no Brasil.''
 
* "Não existe som mais espetacular do que o de uma bateria de escola de samba na época do Carnaval. Sempre mexeu comigo e faz o [[sangue]] correr mais rápido e mais quente nas minhas veias. A bateria de grupos de jazz não me toca a mínima."
::- ''[[Carmen Miranda]], citada em O ABC de Carmen Miranda - Página 29, Dulce Damasceno de Brito Consiglio - Companhia Editora Nacional, 1986, 125 páginas
 
==Citações sobre Carmen==
 
* “[[Carmen Miranda]] era uma portuguesa que virou brasileira e levou sua [[música]] e suas [[fantasia]]s - temperadas com elementos e ritmos dos [[escravo]]s - para os [[Estados Unidos]], e ainda fez a América por meio do cinema. E tudo isso em plena [[Segunda Guerra Mundial]].” {{carece de fontes}}
:- ''[[Kevin Stayton]], vice - diretor do Brooklyn Museum''
 
* “Foi quando entrei no palco com Carmen que senti sua dimensão. A platéia ficava hipnotizada com a presença daquela moça de pequena estatura que se agigantava a cada segundo.” {{carece de fontes}}
:- [[Aloísio de Oliveira]]
 
* "Carmen a princípio não falava, ouvia-me apenas. Depois, como se estivesse fascinada pelo [[violão]], ia ganhando ritmo e eu me lembro de seu gesto, de suas mãos e de seus dedos agitando-se no ar como que impelidos por uma corrente elétrica. Antes de ouvi-la cantar tive nitidamente a impressão de estar diante de alguém que trazia uma mensagem nova, nos olhos, no sorriso, na voz." {{carece de fontes}}
:- ''1928, [[Josué de Barros]] - compositor que descobriu Carmen Miranda''
 
* "Nenhum brasileiro pode ignorar o que Carmen fez por nós lá fora. Ela espalhou nossa [[língua]], ensinou pessoas que nunca ouviram falar da gente a cantar nossas [[música]]s e a amar nossos ritmos. Ela irá sempre significar muito para nós." {{carece de fontes}}
:- ''[[Heitor Villa Lobos]], compositor''
 
* "Sua personalidade era muito forte, mas não temperamental. Extremamente sociável sempre contava suas histórias e atuava ao mesmo tempo. Era tudo muito espontâneo mas ela nunca assumiu esse talento natural." {{carece de fontes}}
:- [[David Sebastian]]