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:- ''[[Marco Aurélio]]; The Meditations, V, 18''
 
*"Não suporto meninos. Gosto de homens, porque eles já viveram e respeitam suas mães[[mãe]]s. É difícil encontrar um que não seja [[machismo|machista]]."
:- ''[[Michelle Rodriguez]]; Latina Magazine, Abril de 2009''
 
:::- ''"Autorité" in: "Œuvres de Denis Diderot", Volume 13‎ - [http://books.google.com.br/books?id=e6UGAAAAQAAJ&pg=PA386 Página 386], [[Denis Diderot]], Jacques André Naigeon - J.L.J. Brière, 1821
 
*"A [[opressão]] do [[homem]] pelo homem iniciou-se com a opressão da [[mulher]] pelo homem."
::- ''Karl Marx citado em "Crítica social‎" - Página 85, de Brazil ADIA (Rio de Janeiro - 2003)''
 
:::- ''Les vers dorés de Pythagore: expliqués, et traduits pour la première fois en vers eumolpiques français; précédés d'un discours sur l'essence et la forme de la poésie, chez les principaux peuples de la terre.‎ - [http://books.google.com/books?id=99gYAAAAIAAJ&pg=PA268 Página 268], [[Antoine Fabre d'Olivet]] - Treuttel et Würtz, 1813 - 409 páginas
 
*"As [[mulhermulheres]]es durante todos estes séculos serviram de espelhos[[espelho]]s possuindo o poder mágico e delicioso de refletir uma imagem do [[homem]] com o dobro do seu tamanho natural. Sem esse poder, provavelmente, a [[Terra]] seria ainda pântano e selva. As glórias de todas as guerras[[guerra]]s seriam desconhecidas. Estaríamos ainda arranhando os contornos de cervos nos restos de ossos e trocando pederneiras por peles de carneiro ou qualquer outro ornamento simples que agradasse ao nosso gosto sem sofisticação. O Super Homem ou o Dedo do Destino nunca teriam existido. O Czar e o Kaiser nunca teriam portado suas coroas ou as perdido. Qualquer que possa ser sua utilidade em sociedades civilizadas, espelhos são essenciais a toda ação violenta e heróica. Eis porque tanto Mussolini quanto Napoleão insistem tão enfaticamente na inferioridade das mulheres, pois se elas não fossem inferiores, eles pararariam de engrandescer-se. Isso serve para explicar, em parte, a indispensável necessidade que as mulheres tão freqüentemente representam para os homens. E serve para explicar como eles ficam inquietos quando colocados sob a sua crítica, como é impossível para ela dizer-lhes que este [[livro]] é ruim, este quadro é fraco, ou o que quer que seja, sem causar mais [[dor]] ou despertar mais ira[[raiva]] que um homem que fizesse a mesma crítica. Pois, se ela começa a dizer a [[verdade]], a figura no espelho encolhe, sua aptidão para a [[vida]] é diminuída. Como pode ele continuar a passar julgamentos, a civilizar nativos, a fazer leis[[lei]]s, escrever livros, arrumar-se todo e discursar em banquetes, a menos que possa ver a si mesmo no café da manhã e no jantar com pelo menos o dobro do tamanho que realmente é?"
::- ''[[Virginia Woolf]], Um teto todo seu.''
 
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