Diferenças entre edições de "Salazar"

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{{Autor
== vai la na privada e força o cu pra dar emorroida e vc virar um cuzão literalmente. ==
|Nome=António de Oliveira '''Salazar'''
|Foto=Salazar.JPG
|Wikisource=
|Wikipedia=Salazar
|Wikicommons=Category:António de Oliveira Salazar
|Gutenberg=
|Cervantes=
|DominioPu=
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|Color=#c0c0c0
}}
[[w:Salazar|António de Oliveira '''Salazar''']], ''([[w:Santa Combra Dão|Santa Combra Dão]], [[28 de abril]] de [[1889]] - [[Lisboa]], [[27 de junho]] de [[1970]]), foi um professor universitário, estadista, presidente e [[w:primeiro-ministro|primeiro-ministro]] de Portugal. Foi também um ditador que implementou o regime conhecido como Estado Novo''.
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* "[[Deus]], [[Pátria]], [[Família]]".
<big><span style="color:red">'''Hoje eu caguei. E você? Já cagou??'''</span></big>
:- ''slogan do regime Salazarista; "Tempos, Narrativase Ficções: A Invenção de Si" - Página 176; de Elizeu Clementino de Souza; Publicado por EDIPUCRS; ISBN 857430591X, 9788574305912''
* "Não discutimos [[Deus]] e a virtude. Não discutimos a pátria e a sua história. Não discutimos a autoridade e o seu prestígio. Não discutimos a família e a sua moral. Não discutimos a glória do trabalho e o seu dever."
:- ''citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 368; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "Em [[política]], o que parece é."
{{Título}}
:- ''citado em "Salazar visto do Brasil antologia de textos de autores brasileiros e portugueses: antologia de textos de autores brasileiros e portugueses"; de Armando Pinto - Publicado por Editôra Felman-Rego, 1962 - 186 páginas, Página 83''
__NOTOC__
<div style="display: block; border: 1px solid #aaaaaa; vertical-align: top; width:99%; background-color: #f9f9ff; margin-bottom: 10px; margin-top: 5px; padding-left:5px; padding-right:4px;">
<h2 style="padding:7px; background: #C2D3FC; letter-spacing: 2px; word-spacing:3px; font-weight:bold; font-size: 16pt; margin-bottom: 0; padding-bottom: 5px; text-align: center; color: darkblue; margin-top: 0; margin-left:-5px; margin-right:-4px;">Portal comunitário</h2>
 
* "Sei muito bem o que quero, e para onde vou!"
<div style="padding: 5px; text-align:justify; margin-right: 10px; margin-bottom:4px; padding-left:5px; padding-right:5px; font-size:9pt;">
:- ''citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 339; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "Meia dúzia de safanões a [[tempo]]."
<big><center>Bem-Vindo à página da comunidade do projeto mais lixo da wikimedia..</big></center>
:- ''citado em "Salazar e os fascistas: salazarismo e nacional-sindicalismo : a história dum conflito, 1932-1935" - página 90; de João Medina - Publicado por Livraria Bertrand, 1978 - 249 páginas''
aki vc encontra lixoi
 
* "Para [[w:Angola|Angola]], rapidamente e em [[força]]."
:- ''em 13 de abril de 1961; citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 154; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "[[Orgulho]]samente sós!"
:- ''citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 8; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "Não se discute [[Deus]] e a sua [[virtude]]; não se discute a [[Pátria]] e a [[Nação]]."
{{Wikicionário}
:- ''citado em "Do mito ao romance: uma leitura do Evangelho segundo Saramago" - Página 76; de Conceição Flores - Publicado por Editora da UFRN, 2000 - 239 páginas ''
{{Wikipédia}}
 
* "Tudo pela [[nação]], nada contra a [[nação]]."
:- ''citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 122; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "Devo à [[providência]] a [[graça]] de ser [[pobre]]."
:- ''citado em "Salazar e o seu tempo" - Página 98; de César de Oliveira - Publicado por O Jornal, 1991 ISBN 9726920876, 9789726920878 - 237 páginas''
 
* "Quem não é patriota não se pode considerar português"
:- ''citado em "Ideologia politica do estado salazarista" - Página 22; de Jorge Campinos - Publicado por Portugália Editora, 1975 - 65 páginas''
 
* "As Nações Unidas são inúteis. [...] São também nocivas. Não passam de um terreno onde floresce a demagogia com um bando de países recém nascidos, desprovidos de qualquer tradição.
:- ''citado em "Memórias de uma guerra inacabada: Portugal, os Estados Unidos e o processo de descolonização angolano", pagina 153; Por Francisco Manuel Gomes; Colaborador Alberto João Jardim; Publicado por Edições Colibri, 2006; ISBN 9727725945, 9789727725946; 241 páginas''
 
* "Ensinai aos vossos [[filhos]] o [[trabalho]], ensinai às vossas [[filhas]] a [[modéstia]], [[ensinai]] a todos a [[virtude]] da [[economia]]. E se não poderdes fazer deles [[santos]], fazei ao menos deles [[cristão]]s".
:- ''citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 285; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "[[Estado]] é a [[Nação]] socialmente organizada".
:- "Discursos", volume 4 - Página 181; de Antonio de Oliveira Salazar - Publicado por Coimbra Editora, 1935 - 391 páginas''
 
* "As discussões têm revelado o [[equívoco]], mas não esclarecido o problema; já nem mesmo se sabe o que há-de entender-se por [[democracia]]".
:- "Discursos", volume 4 - Página 250; de Antonio de Oliveira Salazar - Publicado por Coimbra Editora, 1935 - 391 páginas''
 
* "Decididamente, decisivamente, pela [[Nação]], por nós e ... até por eles".
:- "Discursos", volume 4 - Página 278; de Antonio de Oliveira Salazar - Publicado por Coimbra Editora, 1935 - 391 páginas''
 
* "No dia em que eu abandonar o poder, quem voltar os meus bolsos do avesso só encontrará pó."
:- ''citado em "Salazar: estudo biográfico - Página 383; de Franco Nogueira - Publicado por Atlântida Editora, 1977''
 
* "[[Portugal]] nasceu à sombra da [[Igreja]] e a [[religião]] católica foi desde o começo o elemento formativo da alma da [[nação]] e o traço dominante do carácter do [[povo]] português."
:- ''"Salazar: discursos, notas relatórios, teses, artigos e entrevistas, 1909-1955 : antologia - Página 212; de António de Oliveira Salazar - Publicado por Editorial Vanguarda, 1955 - 361 páginas ''
 
* "Manda quem pode, obedece quem deve."
:- ''citado em "As minhas memórias: coisas de tempos idos", volume 3 - Página 13; de Cunha Leal - Publicado por C. Leal, 1966''
 
* "Não tem que agradecer-me ter aceitado o encargo, porque representa para mim tão grande [[sacrifício]] que por favor ou amabilidade o não faria a ninguém. Faço-o ao meu [[País]] como dever de consciência, friamente, serenamente cumprido".
:- ''No discurso de posse como ministro das Finanças; "Discursos", volume 1 - Página 3; de Antonio de Oliveira Salazar, Oliveira Salazar - Publicado por Coimbra Editora, 1945''
 
==Atribuidas==
{{sem fontes}}
 
* "Não devemos deixar entrar a desordem onde há ordem."
 
* "Não se pode, ao mesmo tempo, governar e encantar a multidão."
 
* "Vós pensais nos vossos [[filhos]], eu penso nos [[filhos]] de todos vós".
 
 
 
[[Categoria:Pessoas]]
[[Categoria:Políticos de Portugal]]
 
[[en:António de Oliveira Salazar]]
[[pl:António de Oliveira Salazar]]
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