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* “Quem lê Euclides da Cunha, desde o primeiro momento vê que há dois Brasis: um inclemente, e outro vítima das inclemências.”
:: Antonio Houaiss, filólogo, linguista e bibliólogo (livro ''Euclidianos e Conselheiristas'': Um Quarteto de Notáveis)
* [acerca da repercussão de ''Os Sertões'']: “Euclides dormiu obscuro e acordou célebre.” (discurso de recepção na Academia Brasileira de Letras)
:: Silvio Romero, crítico literário brasileiro
* “É assim ''Os Sertões'' do Sr. Euclydes da Cunha: um livro vivo: terra, céos e almas. Não é uma descripção trabalhada — é uma região e são factos; [...], As paginas têm a energia da natureza [...]. O livro de Euclydes da Cunha é o mais bello que, no seu gênero, tem sido publicado no Brazil [...]. E uma terra que possue taes escriptores não é uma terra morta, dispõe do primeiro elemento de progresso que é o pensamento e da melhor fonte de civilização, que é a Arte no que ella tem de mais nobre, mais difficil e mais communicativo que é a creação verbal.” (Coelho Neto, ''Juizos críticos'')
 
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