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Clodovil Hernandes

estilista, apresentador e político brasileiro
Clodovil Hernandes
Clodovil Hernandes
Clodovil Hernandes em outros projetos:

Clodovil Hernandes (Elisiário, 17 de junho de 1937 - Brasília, 17 de março de 2009) foi um estilista, figurinista, apresentador de TV e político brasileiro.


AtribuídasEditar

- Clodovil Hernandes citado em Revista Veja, Edição 1892 . 16 de fevereiro de 2005


Frases clássicas de ClodovilEditar

  • “R$ 30 mil é tão pouco... Se ainda fossem uns US$ 30 milhões. (...) Cada um pesa o dinheiro na sua balança. E a minha precisa de muito dinheiro.”
- Em entrevista ao Site G1 durante sua campanha eleitoral para deputado federal em 2006, respondendo se aceitaria receber dinheiro para votar projetos de interesse do governo, numa alusão clara ao episódio do mensalão, onde deputados receberam R$ 30 mil para este fim.
  • “Você acha que eu vou chegar lá e encontrar São Francisco de Assis? Mude primeiro de mentalidade. Quem está lá é brasileiro como você.”
- Sobre o Congresso Nacional, respondendo ao repórter que disse que seu pensamento acima era ilegal. Fonte: G1 - Especial Eleições 2006
  • “Eu não sou briguento. Como eu poderia ser? Eu sou temente a Deus.”
- Revista Época
  • “Não sinto solidão, tenho a companhia de Deus.”
- Programa Tom Cavalcante
  • “Não me importo com o que falam pelas minhas costas. Meu traseiro não tem ouvido.”
- Revista Época
  • “Me empreste seus olhos azuis para passear.”
- Para um repórter, na edição 1994 de Veja e revelado pelo blog do Noblat, já como deputado federal.
  • “Não sou incauto como o presidente, que chegou ignorante ao poder e misturou álcool a isso tudo.”
- Em entrevista, depois de ter sido eleito deputado federal.
  • “Da fruta que eu gosto, o Leonardo DiCaprio gosta até do caroço. Sei disso porque boi preto conhece boi preto.”
- Na revista Veja, dizendo que o relacionamento entre Leonardo DiCaprio e Gisele Bündchen não teria dado certo por ele ser gay.
  • “Hoje já não existem mais estilistas. São um monte de bichas.”
- Na revista Veja, falando sobre como era a sua profissão antigamente.
  • “Só engordei uma vez na vida, quando parei de fumar, nos anos 70. Agora estou com corpinho de passeio.”
- Declaração dada para a revista de nú masculino G Magazine, falando à colunista Monica Bergamo
- Questionando o talento de uma atriz e "matando" a primeira-dama dos palcos brasileiros; citado em Revista Veja, Edição 1831 . 3 de dezembro de 2003
  • “Eu nasci do sexo, não do amor.”
- Citação em sua página pessoal
  • “Ninguém nunca transou comigo por amor.”
- Fonte: Revista ISTO É, Edição 1768.
  • “Temperaram um pouco o chuchuzinho, ficou ótimo.”
- Sobre o temperamento agressivo adotado por Geraldo Alckmin durante o primeiro debate do segundo turno nas eleições de 2006 para a Presidência do Brasil, debate exibido pela Rede Bandeirantes em 8 de outubro de 2006.
  • “Clô para os íntimos, dô pra quem eu quiser e vil para os inimigos.”
- Comentando sobre seu próprio nome em entrevista.
  • “Se o Collor tinha aquilo roxo, o meu é cor de rosa-choque.”
- Globo.com
  • “Maligno é o que se passa em Brasília. Aquilo é pior do que um câncer.”
- Falando sobre o tumor maligno que lhe foi diagnosticado, em um entrevista ao Programa Amaury Jr. em 2006.
  • “Eu não vou abaixar os olhos pra Deus. Eu vou olhar pra ele e perguntar: 'Por que eu nasci gay? Qual a razão de eu ter nascido assim?'”
- entrevista ao Programa Amaury Jr., em 2006.
  • “Digo aos senhores que a única coisa de que tenho medo - já me fizeram muito medo aqui, como estrangeiro que sou nesta Casa - é da expressão 'decoro parlamentar'. Eu não sei o que é decoro, com um barulho destes enquanto um Deputado fala. Eu não sei o que é decoro, porque aqui parece um mercado! Nós representamos o País! Não entendo por que há tanto barulho enquanto um orador está falando. Nem na televisão, que é popular, fazem isso.”
- Em seu primeiro discurso na Câmara dos Deputados.
  • “Querido, não tenho mais franga há muito tempo, agora tenho mesmo é uma galinha velha empoleirada.”
- Questionado, em entrevista para a IstoÉ Gente, se iria "soltar a franga em Brasília".
  • “Não. Não tenho honra de ser homossexual e nem orgulho gay. Tenho honra de ser quem sou. E só permito esse assunto com Deus. Se você for analisar pelo lado dos direitos das pessoas, tudo bem. Agora essa palhaçada de ir para a igreja de terno branco, isso é o fim do mundo, querido, não existe.
-Questionado, em entrevista para a IstoÉ Gente, se era a favor do casamento homossexual.
  • “As donas-de-casa me adoram porque sabem que eu vim de baixo. Vivi a história da Cinderela. E pobre gosta mesmo é de luxo.”
-Entrevista ao jornal "Folha de São Paulo", em 1998.
  • “[Chato] é ser aquele que você pergunta "como vai?" e ele resolve contar.”
- ao responder a pergunta "o que é ser chato?".
- convidado de Antônio Abujamra no programa de entrevistas Provocações (Tv Cultura, 2003).[1]
  • “Não [me considero] nem feliz nem infeliz. eu tenho momentos de felicidades e momentos de infelicidades, e a vida é uma rotina.”
- ao responder se é feliz.
- convidado de Antônio Abujamra no programa de entrevistas Provocações (Tv Cultura, 2003).[1]
  • “Não existe futuro sem passado. É impossivel. E o nosso grande problema é este: o presente é uma merda, porque não existe nada para a gente se espelhar no passado.”
- ao se referir ao problema do Brasil e ao mesmo tempo comentar o porquê foi bem-sucedido no mundo da moda.
- convidado de Antônio Abujamra no programa de entrevistas Provocações (Tv Cultura, 2003).[1]

Outros Sobre ClodovilEditar

  • “Clodovil fazia tanto que as calças jeans desenhadas por ele viraram mania no País e o nome Clodovil se transformou até em marca de chocolate.”
- Jornal "Último Segundo" do IG
  • “Sou fã do Clodovil desde criança.”
- Alexandre Herchcovitch, "Rede Record", na festa de aniversário do estilista

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 Antônio Abujamra (apresentador); Clodovil Hernandes (entrevistado). (24/08/2003). Provocações [programa de entrevistas (nr. 152)]. Brasil: TV Cultura. Evento ocorre em 1º bloco: 2'30'', 5'15''; 2º bloco: 7'50''.