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Cidade de Deus, escrito e dirigido por Fernando Meirelles, roteiro de Fernando Meirelles com colaboração de Braulio Mantovani. Lançado em 2002 e baseado no romance de Paulo Lins.

Índice

BuscapéEditar

  • "Para eu contar a história da Cidade de Deus, eu tenho que contar a história do Cabeleira, mas para contar a história do Cabeleira eu tenho que contar a história do Trio Ternura..."
  • "Minha fotografia podia mudar minha vida. Mas, na Cidade de Deus, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come."
  • "A vizinha chamou a polícia antes de amanhecer. A imprensa marrom chegou para fazer manchete de capa: 'Paraíba enterra mulher viva na Cidade de Deus'. Quando vem imprensa, a favela enche de polícia."
  • "Tudo o que eu me lembro do dia da morte do Cabeleira era uma confusão de gente e uma máquina fotográfica. Eu cresci paradão na ideia de ter uma máquina fotográfica."
  • "A guerra chegou na imprensa. A polícia teve que tomar uma atitude."
  • "Nenhum fotográfo de nenhum jornal conseguiu entrar lá (na Cidade de Deus)."
  • "Se eu entregar só esta foto do bandido, eu consigo trabalho. Mas com esta aqui eu fico famoso, vai sair até em capa de revista. O (Zé) Pequeno nunca mais vai me encher. Mas e a polícia?"
  • "Aí, esqueci de dizer: ninguém mais me chama de Buscapé. Agora sou Wilson Rodrigues, fotógrafo."

OutrosEditar

  • "Quer tomar tiro no pé ou na mão?"
  • "Eu nunca fui muito bom com as mulheres, mas sempre fui um mestre na arte de apertar baseados".
  • "Pega a galinha!"
  • "Dadinho é o caralho! Meu nome é Zé Pequeno porra!"
  • "Ter irmão bandido é a maior furada, sempre acaba sobrando pra gente."
  • "O Sol foi feito pra todos, mas a praia só pra quem merece."
  • "Sou bom de briga, não. Meu negócio é paz e amor. Mas se precisar, né?!"
  • "Malandro não ama, malandro sente desejo."

[1][2]

ElencoEditar

Links externosEditar