Abrir menu principal

Arthur Conan Doyle

escritor e médico escocês
Arthur Conan Doyle
Arthur Conan Doyle
Arthur Conan Doyle em outros projetos:

Arthur Ignatius Conan Doyle (22 de Maio de 1859, em Edimburgo, Escócia - 7 de Julho de 1930, em Windlesham, Sussex, Inglaterra). Escritor britânico, famoso por suas 60 histórias sobre o detetive Sherlock Holmes.


  • Homens demoram a perceber que perderam o amor da mulher, por pior que a tenham tratado.“
- A man always finds it hard to realize that he may have finally lost a woman's love, however badly he may have treated her.
- The Memoirs of Sherlock Holmes‎ - página 103, Arthur Conan Doyle, Forgotten Books, ISBN 1606800612, 9781606800614
  • "Quando você elimina o impossível, o que sobra por mais incrível que pareça só pode ser a verdade."
- Once you eliminate the impossible, whatever remains, no matter how improbable, must be the truth.
- in "A Scandal in Bohemia", pronunciado pelo personagem Sherlock Holmes.
  • "O mundo está cheio de coisas obvias, que ninguém, em momento algum, observa!."
- The world is full of obvious things which nobody by any chance ever observes.
- The Hound of the Baskervilles‎ - página 26, Arthur Conan Doyle, Forgotten Books, ISBN 1606800000, 9781606800003
  • "As flores são a maior prova que existe da bondade da Providência. Todo o resto, os poderes, os desejos, a comida, é necessário à nossa existência. Mas a rosa é uma dádiva. Seu cheiro e sua cor são um embelezamento da vida e não uma condição sua. E as dádivas só são obtidas através da bondade, por isso temos muito a esperar das flores."
- Our highest assurance of the goodness of Providence seems to me to rest in the flowers. All other things, our powers, our desires, our food, are all really necessary for our existence in the first instance. But this rose is an extra. Its smell and its color are an embellishment of life, not a condition of it. It is only goodness which gives extras, and so I say again that we have much to hope from the flowers
- The Memoirs of Sherlock Holmes - Página 184, Arthur Conan Doyle - Jazzybee Verlag, 1930 - 228 páginas